Cidades – Backpackers Bay https://backpackers-bay.com Blog de viagem, com dicas e informações práticas, sobre vários destinos, para a sua próxima aventura. Fri, 09 Aug 2024 15:18:11 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 Mercado Flutuante de Bangkok https://backpackers-bay.com/mercado-flutuante-de-bangkok/ https://backpackers-bay.com/mercado-flutuante-de-bangkok/#respond Tue, 30 Jan 2024 09:11:33 +0000 https://backpackers-bay.com/?p=1391

Ir à Tailândia e não visitar um mercado flutuante de Bangkok é um erro que nenhum viajante deve cometer. Dedicar meio dia para visitar um espaço assim não será, certamente, tempo perdido.

Nestes mercados podemos contar com um mundo de cores, sabores e cheiros, que se aproximam muito daquilo que imaginamos ser a verdadeira Ásia, na sua forma mais genuína.

Mercado flutuante de bangkok

O mais difícil será mesmo escolher o mercado flutuante de Bangkok a visitar. Há várias opções bastante distintas. Uns são mais turísticos e maiores, outros mais pequenos mas, também, mais próximos do que é a Tailândia real.

Mercado Flutuante de Bangkok – Top 3

Damnoen Saduak

O floating market mais conhecido e popular, nas imediações capital tailandesa, é o Damnoen Saduak. É um lugar cheio de vida e cor, onde podemos encontrar centenas de barcos a vender comida e fruta fresca.

No entanto, nos dias de hoje, é acima de tudo uma atracção turística, tendo perdido um pouco do seu lado mais genuíno, como costuma acontecer com as coisas que se popularizam entre os visitantes estrangeiros.

Talin Chan, o mercado de Bangkok Menos Turístico

Se procuramos uma experiência que se aproxime mais de uma Tailândia intocada, menos contaminada por interesses relacionados com o turismo, devemos, antes, visitar o Talin Chan. Este floating market tem menos gente mas, ainda assim, tem de tudo um pouco e a experiência de visitá-lo não fica aquém de outros mercados, muito pelo contrário.

O Talin Chan fica localizado a 12km da baixa de Bangkok, está aberto todo o dia e tem um grande mercado local nas redondezas. Ali podemos fazer um passeio de long tail boat e conhecer o que está à volta.

Vamos encontrar, num mundo feito de antigas casas de madeira, motivos suficientes para justificar a nossa visita, tempo e dinheiro investidos. É, sem duvida, um boa aposta para quem quer conhecer um mercado flutuante de Bangkok, fugindo, ao mesmo tempo, de grandes concentrações de turistas.

Amphawa

Podemos ainda optar por Amphawa, o segundo mercado flutuante mais popular de Bangkok. Este fica localizado a 90km do centro da cidade, é divertido e um reflexo real da Tailândia.
Nesse mercado podemos encontrar souvenirs, muita comida e, ainda, um pequeno templo numa das margens do rio . Para evitar grandes multidões vale a penar tentar ir cedo.

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Kasbah de Télouet, um castelo no Alto Atlas https://backpackers-bay.com/kasbah-de-telouet/ https://backpackers-bay.com/kasbah-de-telouet/#respond Thu, 25 Jan 2024 13:07:42 +0000 https://backpackers-bay.com/?p=9804

O Kasbah de Télouet foi uma das boas supresas que tivemos na incursão que nos levou de Marraquexe ao deserto de Zagora, através da cordilheira do Atlas. Talvez tenha sido mesmo a melhor, tendo em conta que as expectativas não eram muito altas. Estávamos mais ansiosos por Ait-ben-haddou, Ouarzazate e pelo deserto de Zagora mas foi Télouet que mais nos fez sentir em Marrocos.

exterior do Casbah de télouet

A 130 quilómetros de Marraquexe, foi a nossa primeira paragem. Télouet é uma vila muito pequena que prosperou graças à proxímidade de minas de sal e a uma localização geográfica previligiada. Assumiu-se como um importante entreposto comercial que ligava o deserto a Marraquexe.

Estas condições conferiram áquela povoação a capacidade necessária para construir o Kasbah de Télouet, que ainda hoje impressiona devido à sua imponência e pelo interior  opulento, escondido atrás das suas grandes muralhas ocre.

O Kasbah de Télouet é uma obra Berbere

O Kasbah de Télouet, também conhecido como palácio Glaoui, foi construido no século XIX por um lider berbere. Hoje, parcialmente em ruínas, ainda tem apelos mais do que suficientes para justificar uma paragem. Ali encontrámos um espaço sem turistas (estávamos na primeira semana de outubro), composto por muralhas, corredores, atrios, halls e salas ornamentadas com detalhes fantátiscos.

É um conjunto de recantos com uma luz incrível. Na entrada passamos por um pequeno arco e subimos umas escadas à nossa direita. Depois começamos a percorrer os longos corredores até chegarmos à sala princinpal, onde todos os pormenores parecem ter sido pensados.

Infelizmente apenas é possível visitar parte do complexo. Ainda assim, no primeiro piso conseguimos ter uma perspectiva mais abrangente do castelo e daquilo que existe ou existiu à sua volta.

Preço do bilhete no Kasbah de Télouet

Para entra paga-se um valor simbólico de 20 dirhams, cerca de 1,80€. As receitas coletadas pela familia Glaoui são as únicas verbas aplicadas no restauro e manutenção do castelo de Télouet.

Horário

O Kasbah de Télouet está aberto todos os dias entre as 8 da manhã e as 6 da tarde.

Localização e como chegar a Télout

Se tivermos carro Télout fica a aproximadamente 130 kms de distância de Marraquexe pela nacional n.º9. É uma viagem que pode demorar até umas 4 horas. Mas também poderá ser mais rápida, dependendo do transito, das obras e do condutor.

Recomendamos, no entanto, que vão com margem. A estrada é muito perigosa, os outros condutores imprevisíveis, sendo conveniente fazer uma condução prudente.

De bus a viagem fica extremamente longa, cerca de 6 ou 7 horas.

Outra forma de visitar o Kasbah de Télouet é integrando este local num tour. Há varias opções de tours, que incluem outros locais, com Ait-Ben-Haddou, Ouarzazate e o deserto de Zagora.

No nosso caso, como eramos seis, contratámos uma carrinha com motorista que nos levasse por esse percurso. Foi uma vantagem porque pudémos definir o nosso roteiro e os nossos timmings.

Ainda por cima, acabou por ficar mais barato do que se fizessemos um tour normal, com mais gente e menos liberdade.

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Varanasi Night Ceremony: o ritual Aarti no Ganges https://backpackers-bay.com/varanasi-night-ceremony/ https://backpackers-bay.com/varanasi-night-ceremony/#respond Wed, 24 Jan 2024 11:29:01 +0000 https://backpackers-bay.com/?p=7670

A cerimónia Aarti, também conhecida como Varanasi Night Ceremony e fire ceremony, é um dos pontos altos de uma passagem pela cidade, a par do nascer do sol no Ganges. Este ritual espiritual, que acontece todas as noites, nas margens do rio Ganges, é absolutamente espetacular.  Em vários Ghats,  sarcedotes brâmanes realizam um ritual, misturando dança e fogo, ao som de músicas e preces dirigidas à mãe Ganga que, de acordo com a crença hindu, tem no rio uma manifestação divina.

Cerimónia Aarti

Como é o ritual Aarti?

Ao final da tarde, os locais e os turistas começam a surgir e a margem do rio começa a encher-se de gente. É importante ir cedo para garantir um boa posição para assistir à cerimónia. Para além disso, não será um sacrifício esperar. A atmosfera é super tranquila e, enquanto aguardamos podemos sempre beber um chai e apreciar a paisagem e a diversidade de pessoas confluem para as zonas das cerimónias.

Sunset ceremony in varanasy

Quando a noite cai, e já ao som de musicas e preces, dá-se inicio à “Varanasi Night Ceremony” ou Aarti ceremony. Os sacerdotes, numa espécie de dança, realizam movimentos circulares, no sentido relógio, com  os seus candelabros com fogo, que, segundo crêem, representa a ligação entre o mundo real e o mundo espiritual. No final do ritual, segundo a religião Hindu, a deusa Ganga abençoa todos os presentes. Estes, por sua vez, dirigem-se para o rui onde depositam velas flutuantes criando um belo cenário.

fire ceremony in ganges

Como podemos assistir à Aarti Ceremony?

Existem duas formas de assistir às cerimónias e nós, como estivemos vários dias na cidade, acabámos por experimentar as duas. A primeira, e mais económica, é ir a pé até um dos ghats, onde acontecem os rituais,  encontrar um bom local e apreciar toda a cena. A outra opção, que vale a pena se apenas tivermos uma noite, é contratar um boat tour e assistir a tudo a partir do rio. A música, a dança e o fogo, com a cidade como pano de fundo é absolutamente espetacular. Vale todo o dinheiro investido.

Preço do tour para ver a Varanasi Night Ceremony

O tour de barco para assistir à cerimónia custou 300 rupias por pessoa (cerca de 3.50€), isto porque foi negociado localmente e porque se tratou de uma opção básica e sem qualquer tipo de luxo. Se se reservar na internet, dependendo do que está incluído no pacote, poderá custar 50€ e 100€

varanasi night ceremony

Qual é o melhor Ghat para assistir à Varanasi Nigh Ceremony?

O ghat mais popular é Dasawamedha Ghat, que se diz ter a cerimónia mais bela. O motivo para isso é, provavelmente, a proximidade com o Vishnawat Temple, dedicado a Shiva. É sem dúvida uma boa opção.

Localização do Dasawamedha Ghat

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Praia de Agonda, em Goa https://backpackers-bay.com/praia-de-agonda-em-goa/ https://backpackers-bay.com/praia-de-agonda-em-goa/#respond Wed, 24 Jan 2024 10:11:18 +0000 https://backpackers-bay.com/?p=8921

A praia de Agonda é o local certo para aqueles que vão em busca de paz e descanso. A praia, com uma dimensão considerável, conta com um areal vasto e sem grandes multidões. Já a vila consiste basicamente numa rua, com  algum comércio, restaurantes e alojamentos, não recebendo o turismo em massa que caracteriza locais com Palolem, Anjuna ou mesmo Arambol.

Localizada no sul de Goa, é um refúgio para descomprimir da loucura que caracteriza a Índia. Ali há pouco mais para fazer do que curtir a praia, caminhar, comer e ir a banhos.  Não fazer nada será mesmo o que de melhor há para fazer na praia de Agonda. De qualquer forma, para aqueles que se possam aborrecer num ambiente tão calmo, Palolem Beach está a apenas 10 quilómetros dali. Ai não falta agitação e festa,  sendo uma das zonas mais animadas da região.

Mas há mais para explorar e fazer na Praia de Agonda. Passear pela vila e pelas suas ruas, visitar as lojas de beira de estrada, admirar a arquitetura colonial, ou ir à Butterfly Beach,  que não fica muito longe. Também podemos podemos visitar as ruínas do  Cabo de Rama, um antigo forte poruguês que está a 20 minutos de distância. Fazer um dos passeios de barco que existem é outra das possibilidades.

Onde ficar na praia de Agonda

Agonda, como qualquer destino turístico, conta com opções para todos os orçamentos. Na praia existem opções mais luxuosas e mais caras mas, também,  outras mais simples e em conta. Para além disso,  na rua principal, que fica a apenas dois minutos da praia também existem várias soluções. Nós ficámos nessa zona, no My Friends Place. Um local simpático, super asseado e com um belo restaurante. Custou-nos cerca de 1700 rupias (R$76 /17€) .

my friends place em agonda

Comer em Agonda

No que toca à alimentação, não podíamos ter saído de Agonda mais satisfeitos.

Quando estávamos na praia geralmente almoçávamos no H20, que tem um belo restaurante, com entrada na praia, para além com camas com sombra sobre a areia. Ali o que mais nos impressionou foram os doces. A bebinca e o brownie com gelado estavam soberbos.

Também comemos algumas vezes no restaurante do nosso hotel, o My Friends Place e estava sempre tudo ótimo.

Também fomos experimentar o popular restaurante do hotel Simrose. Tem ambiente ótimo, as sobremesas estavam muito boas mas, talvez por falta de pontaria, o pratos estavam demasiado picantes. Apenas para que conste, pedimos xacuti.

Localização e como chegar à praia da Agonda

Agonda fica a quase 77 quilómetros do aeroporto de Dambolim. Do aeroporto a opção é ir de táxi ou Ola. A viagem demora cerca demora cerca de 1 hora e custa aproximadamente 2000 rupias, entre 19€ e 25€.

De Vasco da Gama é possivel ir de bus e depois de taxi. Demora cerca de 2 horas e custa entre 10 e 15€. Devemos apanhar a linha 107 que vai para Margão e, depois, seguir para Canacona, que fica a 10 quilómetros da praia de Agonda. O resto da viagem é feita de táxi ou Ola e demora cerca de 15 minutos.

De Palolem a opção é ir de táxi ou de Ola. Custa cerca de 5€ e demora aproximadamente 15 minutos.

Booking.com

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Tonle Sap Lake, um “Water World” no Cambodja https://backpackers-bay.com/tonle-sap-lake/ https://backpackers-bay.com/tonle-sap-lake/#respond Wed, 24 Jan 2024 10:08:14 +0000 https://backpackers-bay.com/?p=9132

Tonle Sap Lake, o maior lago de água doce do sudoeste asiático, com uma área de 2700 km2, é um sitio absolutamente surreal. Parece ter saído diretamente de um filme de outra era.  Ou melhor, quando lá chegamos, parece que entrámos num filme.

Este lago, inundado sazonalmente, está ligado ao rio Sangker e ao rio Tonle Sap, que muda de direção ao longo do ano.  Na época das monções, o rio Mekong, onde geralmente desagua o Tonle Sap,  vê o seu caudal aumentar de tal forma que o fluxo deste último, um rio mais pequeno, é invertido para escoar a água em direção ao Norte, inundando o lago.

Tonle sap lake lone boat

Não será surpresa que um corpo de água tão vasto possa assumir uma tão grande importância num país pobre como o Cambodja. O ecossistema rico, a abundância de peixe e de outros recursos atraiu e fixou uma população que se adaptou a uma vida na água.

Quando chegamos a uma vila flutuante e olhamos à nossa volta vemos casas, lojas, restaurantes, entre outras coisas. Não parece faltar nada, excepto terra firme. Por isso mesmo, encontrar e visitar Tonle Sap Lake terá sido a maior surpresa da nossa viagem, que havia começado umas semanas antes na Tailândia. Os poucos dias que tínhamos reservado para Siem Reap, não davam para muito mais do que explorar Angkor Wat. Esse era o nosso plano e, no tempo de sobra, explorar a periferia, ver os memoriais do genocídio e um show de dança.

Tour no Tonle Sap Lake

No dia que fomos visitar os memoriais decidimos continuar a seguir a estrada para explorar a zona. A dada altura algo nos chamou atenção. A estrada acabava ali, perante um corpo de água, com pequeno porto de onde saiam velhos barcos de madeira. Decidimos ir espreitar, saber para onde seguiam,  quando dois jovens nos abordaram, propondo-nos um tour de barco.

tonle sap lake tour boat tonle sap lake siem reap andre guedes vaz

Não sabíamos que lago era aquele, nem tínhamos noção da sua dimensão. Quando processámos as idades do capitão e do primeiro imediato  e  ouvimos o estalar da tábua que colapsou com o peso do meu pé, soubemos que ia ser uma experiência, no mínimo, imersiva. O barco saiu do porto e entrou num mangal. Começámos a ver pescadores em pequenos barcos mas a surpresa foram as casas flutuantes, que até pareciam ser habitadas.

Tonle sap lake fisherman s

Mais à frente ao sair da garganta do mangal depará-mo-nos com uma extensão de água interminável, que chegava à linha do horizonte. Parecido com aquele cenário, só mesmo o mar num dia tranquilo.

Ao afastar-mo-nos das margens começaram a surgir, do meio do nada, barcos com crianças e crianças em alguidares, acompanhados de cobras, para cobrar um 1 dollar por pousarem para um fotografia. É um choque! Acredito que qualquer ocidental tem dificuldade em entender como é que uma criança pode estar sozinha, num alguidar, no meu de um oceano de água doce. Um colisão entre realidades, um “coice” de humildade para qualquer um que conheça apenas os dramas burgueses do ocidente. Mas viajar é isto mesmo, uma procura pela diferença.

Chong Khneas, uma vila flutuante no Tonle Sap Lake

Depois de termos contemplado a imensidão do Tonle Sap Lake, de um ponto de vista mais afastado, os nossos jovens guias inverteram a direção elevaram-nos até Chong Kneas, a vila flutuante onde há tudo. Vimos restaurantes, quintas de crocodilos, lojas de artesanado, supermercados e até cães. Naquele momento o “queixo voltou a cair” quando percebemos que de facto vivem ali pessoas ali mas, mais que isso, com um estilo de vida que não imaginávamos real. Mas há algumas coisas que saltam à vista. A quantidade de crianças em barcos improvisados com alguidares, o aspeto degradado das casas e a quantidade de cestos de peixe, à esquerda e à direita. Mas todas estas coisas denotam um tom comum, que não é possível camuflar, a pobreza.

tonle sap lake meninos

Infelizmente, com a pressão do turismo que não para de crescer em Siem Reap, o lago tem sofrido em termos ambientais, assimilando os resíduos de uma população crescente, expondo as doenças aqueles que vivem do lago.  Por outro lado, a vila têm perdido a sua autenticidade, convertendo-se aos visitantes que, apesar de tudo, estimulam um pouco a pequena economia.

Tonle sap lake lone boat

Quanto custa um Tour no Tonle Sap Lake

No nosso caso, que não terá sido exatamente um tour, éramos quatro e alugámos um barco por cerca de 40 dolares (R$ 170 / 36€). É verdade que já passaram alguns anos e que preço deve ter subido um pouco. Mas ainda assim, deverá ser mais barato do que um tour comprado na net e pago à cabeça.  Nesse caso, as opções de tours vão dos 30€ (R$137) aos 150€ (R$690), por pessoa. Por exemplo, no portal getyourguide encontram-se as seguintes possibilidades:

Existem outras opções de tours e a reserva antecipada pode prevenir algumas surpresas de última hora. Como apanhar o barco com um marinheiro de água doce que não fala inglês, filas no porto ou falta de barcos. No Getyourguide é fácil encontrar as melhores opções através do avaliação e comentários de cada tour. Podemoss consultar todas aqui as opções e, se por acaso reservarmos através do link de afiliados da Backpackers Bay, ajudamos o blog sem pagar mais por isso.

Como chegar ao porto da Floating Village

O pequeno porto fica a 12 quilómetros de Siam Reap e a viagem demora cerca de 15 minutos. Podemos ir de negociar o preço e ir de Tuktuk ou, se formos de táxi o preço estará entre o 8€ e os 11€. Os mais corajosos também podem ir de bicicleta.

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O que fazer em Chiang Mai: as dicas e o roteiro https://backpackers-bay.com/o-que-fazer-em-chiang-mai/ https://backpackers-bay.com/o-que-fazer-em-chiang-mai/#respond Wed, 24 Jan 2024 09:00:13 +0000 https://backpackers-bay.com/?p=4313

Decidir o que fazer em Chiang Mai será, sem sombra de dúvida, o maior desafio para qualquer turista que visite a cidade. Localizada no Norte montanhoso da Tailândia, uma região repleta de pontos de interesse e encantos naturais, Chiang Mai é, também, a base ideal para explorar a zona envolvente.

Doi Inthanon

Talvez a expectativa seja relativamente baixa quando se pensa em Chiang Mai, se e quando a comparamos com outros destinos de um país com tantos apelos. E, por essa mesma razão, é provável que se venha a tornar num dos pontos de passagem mais gratificantes. A gestão de expectativas é um ponto crucial em qualquer viagem que se faça.

Fundada no século XIII e a segunda maior cidade da Tailândia, é, hoje em dia, uma excitante fusão entre  passado e modernidade, entre tranquilidade e a azáfama própria de qualquer cidade asiática . Nesta paragem obrigatória para os mais aventureiros, é fácil encontrar um antigo templo ladeado por edifícios modernos. Com uma cultura tão rica, uma vida noturna agitada e os melhores mercados da Tailândia, é, por direito próprio, um “must go” para qualquer tipo de viajante.

Doi suthep people chiang mai

Temos também de destacar a periferia da cidade e os pontos de interesse que encontramos na sua envolvência . A natureza, quase virgem, é perfeita para um trekking na selva, uma das melhores experiências da nossa viagem. Na memória ficaram impressos os povoados nas montanhas, as cascatas, o povo acolhedor e simpático. Este conjunto de coisas foi provavelmente aquilo mais se aproximou mais da verdadeira Tailândia.

Esperamos que este artigo ajude, aqueles que estão a planear uma viagem, a decidir o que fazer em Chiang Mai, pois o difícil será escolher entre locais como Doi Inthanon, Wat Phra That Doi Suthep, Wiang Kum Kam e tantos outros.

Boa viagem!

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O que fazer em Chiang Mai, os principais pontos de interesse:

Outras coisas para ver e fazer em Chiang Mai:

Wiang Kum Kam

Wiang Kum Kan é um dos complexos mais antigos que podes ver na Tailândia. Esta antiga capital, do reino Haripunchai e Lanna, esteve esquecida durante muito tempo, tendo sido redescoberta de forma acidental. Datando do século XIII, esta cidade que precedeu Chiang Mai como capital do reino Lana, foi abandonada devido a uma inundação do rio adjacente, o rio Ping.

Karen Long Neck Tribe

Podemos esperar uma vila “mercado”, absolutamente adaptada ao turismo.  Ali os locais, especialmente a mulheres, a atracão maior daquela espécie de circo, figuram como que num zoo sem jaulas, para que nós, que alimentamos aquela industria com a nossa curiosidade, possamos tirar uma boa fotografia.

Doi Inthanon National Park

Doi Inthanon National Park tem uma área de 480 km2 e, para lá da beleza natural, tem muitos motivos de interesse para os visitantes. A zona é habitada por várias tribos que mantêm, ainda hoje, estilos de vida ancestrais. É o pico mais alto da Tailândia, com 2565 metros de altitude, e é um paraíso natural,.

Como ir a Chiang Mai:

De Avião:

A cidade conta com o “Chiang Mai Intenational Airport”, em que operam várias companhias lowcost. Podemos optar por Chiang Mai como ponto de entrada ou de saída da Tailândia. O aeroporto fica próximo do centro da cidade, a apenas 10 minutos de carro. Ficam aqui alguns exemplos, meramente indicativos, de pesquisas feitas com 10 meses de antecedência, para a época alta:

Bangkok para Chiang Mai:

  • Duração aproximada de 1.30h
  • Preço aproximado: 30€
  • Companhia: Air asia;

Krabi para Chiang Mai:

  • Duração aproximada de 2h
  • Preço aproximado: 50€
  • Companhia: Air asia;

Phuket para Chiang Mai:

  • Duração aproximada de 2h
  • Preço aproximado: 55€
  • Companhia: Air asia;

Para evitar filas e imprevistos, basta reservar aqui os bilhetes.

De Comboio:

Esta foi a nossa opção de saída. Uma viagem de cerca de 13 horas num sleeping train, de Chiang Mai para Bangkok. Pagámos cerca de 1500 bath (hoje o preço ronda os 42€) mas a experiência foi boa. Acabámos por poupar uma noite de alojamento, já que um voo custaria mais ou menos o mesmo que o bilhete de comboio. Há pelo menos 6 ligações diárias a partir de Bangkok, entres as 6  e as 21 horas. Apesar das muitas ligações é frequente os bilhetes esgotarem, por isso recomendamos que reservar com antecedência. A estação de comboios é  a “Chiang Mai Railway station” e fica na zona leste da cidade.

Para evitar filas e imprevistos, basta reservar aqui os bilhetes.

De Bus:

Foi de autocarro que chegámos a Chiang Mai. Vindos de Sukhothai, a viagem  demorou cerca de 6 horas, duas delas de pé. Apesar disso foi tranquila e o cenário compensou o imprevisto. Chegámos à estação “Arcade Bus Station“, onde chegam os autocarros de longa distância. Aqui há ligações de autocarro, de e para Bangkok, entre as 6 e as 22 horas.

Os bilhetes custam aproximadamente 25€ e a viagem demora cerca de 13 horas. Na Arcade Station podemos apanhar um autocarro local, um tuktuk ou táxi para o centro da cidade. Se quisermos  ir de autocarro para um local próximo de Chiang Mai, a estação certa é a “ Chang Phuak Bus Station”, com ligações a Chiang Rai, Mae e outros destinos.

Dentro de Chiang Mai:

Sabendo o que fazer em Chiang Mai e, para nos movimentarmos na cidade e periferia, podemos recorrer aos populares tuktuks, a taxis e à Uber. Esta  última opção é, provavelmente a aposta mais acertada, sem desvios nem surpresas. Também há vários autocarros locais a operar dentro e fora da cidade, ideais para aqueles que procuram uma experiência mais genuína, assim como gastar o mínimo dinheiro possível.

Nota: É preciso ter em conta que os horários e preços referidos são apenas indicativos. E porque estão sujeitos a alterações, recomendamos que consultem e verifiquem se se mantêm.

Onde ficar em Chiang Mai:

Para dormir sugerimos a cidade velha (Chiang Mai – Old City). Fica dentro das antigas muralhas da cidade e  é onde a maioria das atrações se encontra. É a opção certa, tendo em conta a nossa lista sobre o que fazer em Chiang Mai. Fica perto de templos, mercados e conta com várias opções de alojamento barato. A zona de Tha Pae Gate é mais popular. Tem  opções para diferentes tipos orçamentos e carteiras. Para além disso, é uma zona com bons acessos.

Para apoiar o nosso projeto, enquanto se prepara uma viagem, basta reservar o hotel, através do nosso link de afiliado do Booking, clicando aqui.

Abrir a localização no google maps.

iVisa.com

Comer em Chiang Mai:

A gastronomia em Chiang Mai é uma loucura, com muita variedade de restaurantes Tailandeses e ocidentais, para além da habitual street food. Não há nenhuma dificuldade em encontrar um bom local para comer, independentemente do teu gosto e orçamento. Mas, à parte disso, ninguém deverá passar por Chiang Mai sem provar Khao soi, uma noodle soup com caril e coco, típica da zona.

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Varanasi a cidade dos mortos https://backpackers-bay.com/varanasi-a-cidade-dos-mortos/ https://backpackers-bay.com/varanasi-a-cidade-dos-mortos/#respond Wed, 24 Jan 2024 08:22:45 +0000 https://backpackers-bay.com/?p=7477

Varanasi a cidade dos mortos,  foi o local que mais nos marcou na nossa passagem pela Índia. Não sabíamos muito bem o que esperar desta cidade, a mais sagrada para os hindus, mas acabámos por descobrir que possui uma mística e uma atmosfera únicas, quase mágicas.

Varanasi, cujo nome resulta da combinação dos nomes dos rios Varuna e Asi, tem, segundo os hindus, 5000 anos de história.

Esta cidade que, de acordo com a mitologia, foi fundada por Shiva, é o centro espiritual do hinduísmo e o local de nascimento do budismo. Talvez por isso, pela presença massiva de peregrinos de todo o tipo, tomados por uma espécie de nostalgia e concretização religiosa,  a sua atmosfera seja distinta de qualquer outra cidade que visitámos até hoje. Os crentes, adornados com as vestes próprias de cada crenças, tão distintas entre si, misturam-se de forma pacifica e harmoniosa, numa combinação de cores e tradições exóticas.

Varanasi, a cidade dos mortos

A cidade de Varanasi e a sua importância religiosa está intimamente ligada ao Ganges, o mais sagrado dos rios. Os hindus acreditam que este é uma representação divina e que aqueles que são cremados nas suas margens, vendo as suas cinzas lançadas ao rio, estão mais próximos da “Moksha”, o fim do ciclo de reencarnações e a libertação espiritual.

cremações em varanasi, a cidade dos mortos

Esse conceito religioso faz que com que as margens do rio Ganges tenham piras funerárias a arder 24 horas por dia. É frequente ver, nas ruas estreitas que confluem nos ghats, famílias a transportarem os corpos do familiares perecidos para os locais das cremações, onde mais de 200 corpos são cremados diariamente, à vista de todos e sem grande alarido.

É estranho, não? A ideia talvez seja um pouco aterradora, capaz de nos fazer questionar o motivo para alguém querer visitar esta cidade. A verdade é que são as culturas, tão distantes da nossa, que causam um impacto inigualável e que valorizam as viagens. Naquele cenário tão estranho o ambiente não poderia ser mais tranquilo, ninguém chora e não há lugar a prantos. O que podemos testemunhar, na nossa ignorância, é uma celebração da vida e da morte, o consolo de quem se despede de um ente querido no local mais sagrado e mais próximo de “Deus” que existe.

Varanasi a cidade dos mortos andre guedes vaz

Varanasi vive de e para os rituais religiosos. Nas ruas estreitas, onde de quando em vez nos cruzamos com uma das 22.000 vacas que habitam e deambulam pela cidade, encontramos templos e santuários escondidos em cada recanto. Nos Ghats, ao nascer do sol, podemos testemunhar o caráter sagrado do Ganges, quando vemos um multidão a banhar-se nas águas sagradas, proferindo preces de agradecimento. À noite o ritual é distinto, mas o cenário repete-se. Ao longo da margem acontecem as cerimónias de fogo, de uma beleza singular, em que hindus e crentes, de outras religiões e credos, agradecem o dia…. No fim, a questão “o que fazer em Varanasi?”, uma cidade tão fortemente associada aos mortos, está intimamente ligada aos rituais dos vivos.

"night cerimony" no Ganges, varanasi a cidade dos mortos

O que fazer em Varanasi

Quando ir

A melhor altura para ir a Varanasi é entre outubro e março, quando as temperaturas não estão demasiado elevadas. Nesta altura as monsões já terminaram e é quando acontecem os principais festivais da cidade. O festival Dussehra (setembro) e Bharat Milap(outubro), a que se segue o popular festival da luz, o Diwali.

No verão, entre abril e setembro, as temperaturas estão demasiado elevadas, para além de ser o período das monções. Por esse motivo o nível do rio sobe consideravelmente, não permitindo desfrutar dos ghats e da cidade como seria desejável.

Onde ficar

Varanasi, como todos os destinos turísticos, tem opções de alojamento para todo o tipo de orçamento e de turista.

Para quem viaja de mala às costas e quer gastar pouco, entando perto das principais atrações da cidade, os Ghats são a opção certa. Existem várias guest houses e hostels e permitem chegar facilmente ao Ganges.

Entre estes, os mais populares são o Dhasaswamedh Ghat e o Assi Ghat, onde nós ficámos.

Nota: As ruas e becos dos Ghats podem são confusos e é fácil perde-mo-nos. Como geralmente as ruas são demasiado estreitas para que um táxi nos possa levar até ao nosso destino, recomendamos que cheguem ainda de dia para evitar qualquer tipo de imprevisto.

 

Dhasaswamedh Ghat

Assi Ghat

Como ir para Varanasi, a cidade dos mortos

De Avião:

O aeroporto Bahadur Shastri fica a 25 kms do centro da cidade e conta com voos internos e internacionais.

Avião de Nova Deli para Varanasi:

Um bilhete poderá custar entre 2.500 rupias (R$140 / 33€) e 7.700 rupias (R$430 / 100€), de acordo com a antecedência da marcação (pesquisamos em março, voos para outubro). A viagem demora aproximadamente 1.30h.

Avião de Goa (Dambolim) para Varanasi:

Um bilhete poderá custar entre 11.500 rupias (R$650 / 150€)  e 19.000 rupias (R$1.100 / 250€), de acordo com a antecedência da marcação (pesquisamos em março, voos para outubro). A viagem demora aproximadamente 1.30h..

Táxi do aeroporto de Bahadur Shastri par ao centro de Varanasi:

A viagem demora cerca de uma hora e custa, aproximadamente 10€.

Para pesquisar horários e preços, ou para evitar filas e reservar já um bilhete, basta clicar aqui.

De Bus:

O aeroporto Bahadur Shastri fica a 25 kms do centro da cidade e conta com voos internos e internacionais.

Bus de Nova Deli para Varanasi:

Um bilhete poderá custar entre 16€ e 18€, de acordo com o tipo de autocarro. A viagem demora aproximadamente 13.30h.

Bus de Agra para Varanasi:

Um bilhete poderá custar entre 11€ e 22€, de acordo com o tipo de bus. A viagem demora, aproximadamente, entre 6 e 13 horas, também de acordo com o tipo de bus.

De Comboio (trem):

Train de Nova Deli para Varanasi:

Um bilhete de 1A – AC class poderá custar cerca de 3.000 rupias, aproximadamente 40€. Viajar em classes mais baixa será mais barato, mas tendo em conta que a viagem demora aproximadamente 17 horas, recomendamos viajar nesta classe que garante um cama e conforto.

Train de Agra para Varanasi:

Um bilhete na Classe AC 2 Tier poderá custar 1370, cerca de 17€. A viagem deverá demorar entre 11 e 14 horas, de acordo com o tipo de comboio que poderá, também, ser ligeiramente mais caro ou mais barato.

Train de Jaipur para Varanasi:

Um bilhete na Classe AC 2 Tier poderá custar 1.660 rupias, cerca 21€. A viagem deverá demorar aproximadamente 17 horas, de acordo com o tipo de comboio que poderá, também, ser ligeiramente mais caro ou mais barato.

Nota: para reservar bilhetes online é necessário o registo na IRCTC.

Nota: Os preços dos bilhetes podem variar os tipos de transporte contam com várias opções, seja ao nível de escalas, seja ao nível de classes. Recomendamos a pesquisa de horários e preços,

Além disso, para apoiar o nosso blog, evitar filas e surpresas, podem usar o nosso link de afiliado para reservar um bilhete na 12goasia. Dessa forma, e sem pagar mais por isso, estarão a contribuir para a manutenção do nosso blog.

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O que fazer em Ao Nang, Krabi… https://backpackers-bay.com/o-que-fazer-em-ao-nang-krabi/ https://backpackers-bay.com/o-que-fazer-em-ao-nang-krabi/#respond Tue, 23 Jan 2024 08:23:29 +0000 https://backpackers-bay.com/?p=7455

Para saber o que fazer em Ao Nang, Krabi, temos, antes de mais, de saber o que podemos fazer ali perto. Como um ponto relativamente central, uma vila com algum movimento e animação, é ideal como base para explorar os vários locais de interesse que tem nas suas proximidades.

Então, o que fazer em Ao Nang?

Railay, o tour das 4 ilhas, Hong island ou Pang Na Bay, podem ser facilmente visitados em tours ou passeios de um dia.

Relativamente à vila de Ao Nang, com muitos bares, restaurantes, comércio, centros de massagens e afins, consiste essencialmente em duas ruas principais com epicentro na praia, um longo areal, bom para banhos e para relaxar ao fim da tarde.

Dali podemos apanhar “longtail boats” para Railay e temos vários tours à escolha. Destes destacamos o tour das 4 ilhas, Hong Island e Pang Na Bay mas também é possível visitar as Phi Phi, o Tiger Temple, a Emerald Pool ou as hot springs, partindo de Ao Nang.

Há tantas e tão boas opções, que tornam o desafio de escolher o que fazer em Ao Nang extremamente complicado.

Krabi Town também se encontra a uma pequena viagem de distância. Se apanharmos um mini bus (red taxi) na rua principal demoramos aproximadamente 20 minutos a chegar.

Não vale a pena cair no erro de contratar um tuktuk. Chegam a pedir 800 bath (R$98 / 22€) por uma viagem que, de mini bus, custa apenas 50 bath (R$6 / 1,4€) por pessoa.

Como chegar a Ao Nang?

De Táxi:

Agora que já sabemos o que fazer em Ao Nang, só falta lá chegar!

Aeroporto de Krabi para Ao Nang: A viagem de 25 minutos custa aproximadamente 15€.

Krabi Town para Ao Nang: A viagem de 35 minutos custa aproximadamente 9€.

Koh Lanta para Nang: A viagem demora 1 hora e custa aproximadamente  41€.

De Bus:

De Krabi Town para Ao Nang (red táxi) : É viagem de 35 minutos que custa aproximadamente 7€.

De Koh Lanta para Ao Nang ( carrinha partilhada): A viagem demora 3.30 horas e custa aproximadamente 35€.

Do aeroporto de Krabi para Ao Nang (carrinha partilhada): A viagem demora 25 minutos e custa aproximadamente 4€.

De Barco:

De Pukhet para Ao Nang: É viagem de 2 horas que tem um custo aproximado de 20€.

Nota: Para saber como chegar à província de Krabi clica aqui.

Onde comer em Ao Nang:

Em Ao Nang as ruas principais estão cheias de restaurantes mas nós sugerimos, porque a comida é mais barata e muitas vezes melhor, O James Food Center. É um aglomerado de bancas de street food com muitas opções. Fica a cerca de 200 metros da mesquita, seguindo em direção à praia.

James Food Center

Onde ficar em Ao Nang, Krabi:

Sugerimos alojamento numa das ruas perpendiculares à rua principal, que desemboca na praia. É uma zona mais calma, barata e ainda assim relativamente próxima do centro da vila. Para além disso, as montanhas que a guardam são deslumbrantes.

O que fazer em ao Nang

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O que fazer em Jaipur? https://backpackers-bay.com/o-que-fazer-em-jaipur/ https://backpackers-bay.com/o-que-fazer-em-jaipur/#respond Thu, 06 Apr 2023 09:14:40 +0000 https://backpackers-bay.com/?p=8297

Um dos principais cartões de visita da Índia, a cidade cor-de-rosa, capital do Rajastão, é um mundo de apelos. Decidir o que fazer em Jaipur dependerá sempre do tempo que temos disponível. Os templos mágicos e os fortes imponentes, enquadrados naquele cenário tão singular, são em número suficiente para nos perdermos vários dias na cidade e na sua periferia.

Nahargarh fort vista para jaipur

A cidade de Jaipur, popularizada pela sua cor, foi fundada no século XVIII, pelo Marajá que governava Amer, uma cidade vizinha. Amer, onde podemos visitar o Amber FortPanna Meena ka Kund, foi-se tornando insuficiente, em espaço, infraestruturas e reservas de água, para acolher um número crescente de habitantes. Isto acabou por motivar o Rajput Sawai Jai Singh II a idealizar Jaipur e a deslocalizar o centro administrativo e a capital do Rajastão.

amber fort view

Relativamente recente, a cidade de Jaipur é uma cidade organizada e moderna, quando comparada com metrópoles como Nova Deli e Varanasi. Associada à realeza e aos cidade dos Marajás, foi apenas no século XIX que acabou por receber o apelido pelo qual é hoje conhecida. Como a cidade cor-de-rosa. Esta designação está relacionada com a cor com que foi pintada para receber a visita do príncipe de Gales.

Ainda assim, as super populares atrações turísticas não são tudo o que a cidade tem para oferecer. Jaipur oferece uma experiência gastronómica única, marcada pratos típicos do rajastão , como o laal Maas, dal bati ou ghevar. Mas não é tudo, para que gosta de compras, a cidade vários mercados que merecem uma visita. Disso são exemplo os vibrantes Johari Bazar e o Bapu Bazar, em que os tecidos, as joias e o artesanato são as estrelas da companhia.

Hoje, ao visitá-la, podemos esperar que um dos aspetos mais marcantes será a cidade em si mesma. A cor uniforme e os edifícios conferem-lhe um caráter único e que vale por si mesmo, à parte de todas as outras atrações culturais que possuí.

Visitar a cidade dos Rajputs (casta de guerreiros) é absolutamente obrigatória. O Jantar Mantar, o Amber Fort ou o Monkey Temple são apenas 3 de pontos de uma lista enorme sobre o que visitar e o que fazer em Jaipur.

Monkey temple de jaipur

O que fazer em Jaipur

Sabendo o que visitar, sugerimos um roteiro de dois dias em Jaipur

Sugerimos agrupar os locais a visitar em Jaipur por proximidade e dividi-los em dois dias.

Assim, num primeiro dia visitar-se-iam os fortes e o que há para ver na cidade Amer.  O segundo dia, seria dedicado a explorar os ponto de interesse que existem no centro da cidade, o Sidosia e o Monkey Temple.

Nos primeiro dia que estivemos em Jaipur,  fizemos exatamente o trajeto  que aqui sugerimos. Negociámos este percurso de rickshaw com Rain Rahul, por cerca de 800 rupias (R$45 / 10€). Acabámos por lhe pagar quase o dobro, quando juntámos ao valor uma gorjeta muito merecida. Entretanto, como já passaram 4 ou 5 anos, será de esperar que o valor base seja ligeiramente superior.

Dia um em Jaipur

Partindo do centro da cidade, seguimos em direção ao Nahargarh Fort, que fica 16 quilómetros de distância e cerca de 40 minutos de viagem. Aproveitamos para parar no caminho e ver o Jal Mahal, que fica sensivelmente a meio do caminho. O Jal Mahal é um palácio construído no meio de um lago que, apesar de não poder ser visitado, é uma bela paisagem e um bom motivo para tirar umas fotos.

Jal Mahal em Jaipur

Do Nahargarh Fort seguimos para o Jaigarh Fort, que fica a cerca de 6 quilómetros e cerca de 15 minutos de viagem.

Do Jaigarh Fort podemos caminhar para o Amber Fort, que fica a cerca de 1,5 quilómetros de distância. Dependendo do nosso ritmo podemos demorar entre 20 e 30 minutos a fazer este percurso. Devemos ter em conta a temperatura, levar chapéu e água.

O reservatório de água, Panna Menna Ka Kund,  fica a apenas 1 quilómetro de distância do Amber Fort. Podemos percorrer esse trajeto caminhando durante cerca de 10 minutos.

Dia dois em Jaipur

Partindo do centro da cidade, seguimos em direção ao Sisodia Rani Gardes, que fica a 5,8 quilómetros de distância e a 6 minutos de carro.  Este Jardim, na verdade, vale a pena visitar porque está no trajeto para o temple. Caso assim não fosse, provavelmente não o visitaríamos.

Do Sisodia Garden seguimos para o Monkey Temple, que fica a 4 quilómetros de distância e a 6 minutos de carro. Falem com o vosso motorista e garantam que entram pelo lado indicado no mapa.

Do templo seguimos para o City Palace que fica a cerca de 10 quilómetros de distância, mais ou menos um 15 minutos de rickshaw, dependendo do transito.

Do outro lado da rua, mesmo à frente do palácio, encontramos o Jantar Mantar.

Depois de visitar o Jantar Mantar, basta caminhar cerca de 10 minutos para chegar ao Hawa Mahal (Palace of Winds), que fica a menos de 1 quilómetro de distância.

Neste roteiro não contemplámos tempo para visitar o interior do museu. Ainda assim, sugerimos uma passagem pelo edifício ao cair da noite, para vê-lo iluminado. Fica a apenas 2,6 quilómetros do palácio, mais ou menos 3 minutos de carro ou rickshaw.

Para acabar o dia em beleza sugerimos um jantar no Peacock. A comida é fantástica o espaço também. Depois de um dia  fantástico, vai ser a cereja no topo do bolo. O restaurante fica a 4 quilómetros do Albert Hall Museum, a 4 minutos de carro.

Quando ir a Jaipur

Jaipur é uma cidade extremamente quente e com um clima muito seco, característico do Rajastão. Tendo isso em conta, a melhor altura para visitar a cidade será o inverno, mais concretamente os meses de novembro, dezembro, janeiro e fevereiro. De qualquer forma, visitar Jaipur em outubro também poderá fazer sentido. Essa foi a nossa escolha, por outros motivos, e não foi problemático.

Se estiver a planear visitar o rajastão de abril a Junho, conte com temperaturas acima do 30 graus. No entanto, essas temperaturas parecem muito elevadas do que isso, devido características naturais da região, quase desértica. Nesse caso vá prevenido, com roupa adequada, proteção para a cabeça e procurando manter-se sempre hidratado.

Já na época das moções, que inclui os meses de julho, agosto e setembro, o tempo continua extremamente quente.  Mas, nesta altura, faz-se acompanhar de chuvas fortes que, em alguns casos, podem provocar inundações e cheias. Este tipo de cenário poderá tornar a zona um pouco caótica, tendo em conta a deficiência da generalidade das infraestruturas indianas.

Onde ficar em Jaipur

Agora que já sabemos o que fazer em Jaipur, resta-nos definir a nossa base.

Para ficar em Jaipur, sugerimos o centro histórico, dentro das muralhas da cidade. A partir dali podemos facilmente explorar a parte mais interessante da cidade cor-de-rosa. Especificando um pouco mais, o ideal será a MI Road, próxima de algumas das principais atrações, com muito comércio, restauração e animação.

Como é natural, nessa zona e em Jaipur, como em qualquer outro lado, há hotéis para todos os gostos e para todos orçamentos.

 

Localização da MI Road

Como ir para Jaipur

De Avião:

A cidade cor-de-rosa conta com um aeroporto internacional que fica localizado a 11 quilómetros do centro da cidade.

Avião de Nova Deli para Jaipur

Um bilhete poderá custar a partir 1300 rupias (R$76 / 18€), até e 7.700 rupias (R$430 / 100€), de acordo com a antecedência da marcação  do voo (pesquisamos em agosto, voos para outubro). A viagem demora aproximadamente 1 hora se não tiver escalas.

Avião de Mumbai para Jaipur

Um bilhete poderá custar a partir 3850 rupias (R$215 / 50€), até e 5400 (R$295 / 70€), de acordo com a antecedência da marcação  do voo (pesquisamos em agosto, voos para outubro). A viagem demora aproximadamente 2 horas se não tiver escalas.

Avião de Udaipur  para Jaipur

Um bilhete poderá custar aproximadamente 5400 (R$295 / 70€), de acordo com a antecedência da marcação (pesquisamos em março, voos para outubro). A viagem demora aproximadamente 55 minutos.

Uber do aeroporto para o centro de Jaipur

A viagem demora cerca de meia hora e custa, aproximadamente, 220 rupias (R$12/3€).

De Bus:

Bus de Nova Deli para Jaipur

Dependendo da classe e conforto do autocarro, o bilhete poderá custar entre 400 rupias (R$22 / 5€) e 800 rupias (R$44 / 10€).  As viagens demoram, também de acordo com o tipo de autocarro, entre cinco horas e um quarto e seis horas e meia.

Bus de Udaipur para Jaipur

De acordo com o tipo de autocarro, o bilhete custará entre 300 rupias (R$16 / 4€) e 650 rupias (R$35 / 8,5€). A viagem demora entre sete a nove horas.

Bus de Varanasi para Jaipur

Um bilhete custa a partir de 1100 rupias (R$60/ 14€) e a viagem demora aproximadamente entre 18 horas.

De Comboio (Trem):

Comboio de Nova Deli para Jaipur:

Um bilhete de 1A – AC class poderá custar 2135 rupias (R$118 / 28€) e a viagem demora aproximadamente 4 horas e meia. Viajar em classes mais baixas será mais barato, com preços a partir de 610 rupias (R$33 / 8€),  e a viagem a demorar até 6 horas e meia.

Comboio de Varanasi para Jaipur :

Um bilhete na Classe AC 2 Tier poderá custar 1370 rupias (R$71 / 17€). A viagem deverá demorar entre 11 e 14 horas, de acordo com o tipo de comboio que poderá, também, ser ligeiramente mais caro ou mais barato.

Comboio de Udaipur para Jaipur:

Com opções de classes intermédias, CC – AC e 3A AC 3, os preço variam entre os 1150 rupias (R$34 / 15€) e as 1400 rupias (R$76 / 18€) .

Nota: para reservar bilhetes online é necessário o registo na IRCTC.

Nota: Os preços dos bilhetes podem variar os tipos de transporte contam com várias opções, seja ao nível de escalas, seja ao nível de classes. Recomendamos a pesquisa de horários e preços,

Além disso, para apoiar o nosso blog, evitar filas e surpresas, podem usar o nosso link de afiliado para reservar um bilhete na 12goasia. Dessa forma, e sem pagar mais por isso, estarão a contribuir para a manutenção do nosso blog.

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O Que Fazer em Maputo | O Roteiro e as Dicas de Viagem https://backpackers-bay.com/o-que-fazer-em-maputo/ https://backpackers-bay.com/o-que-fazer-em-maputo/#respond Wed, 05 Apr 2023 12:55:41 +0000 https://backpackers-bay.com/?p=8073

A capital moçambicana, uma cidade banhada pelo índico, mistura o frenesim próprio das grandes metrópoles, paisagens magníficas e a alegria de um povo acolhedor. Tendo variadíssimos pontos de interesse, vimos aqui sugerir o que fazer em Maputo, o que não pode deixar de ver e visitar nesta cidade repleta de encantos.

baia de maputo

Desenhada com as linhas da arquitetura portuguesa, explorá-la para descobrir os seus tesouros pode passar por passeios a pé ou de bicicleta. Esta última poderá mesmo ser a forma ideal para explorar a baixa da capital, passando pelo antigo forte, visitando a Feima, um mercado local, ou percorrendo a costa do sol para desfrutar de um belo final de tarde, entre muitas outras coisas ao alcance de umas pedaladas.

Para lá de tudo isso, a capital moçambicana é rica histórica e culturalmente, contando com inúmeros museus e galerias de arte que muitos não quererão perder, como por exemplo o Museu Nacional de Arte, o Museu da Moeda ou a Casa de Ferro. Os eventos locais que têm lugar ao logo do ano são outra manifestação plena da riqueza cultural de Maputo e proporcionam aos visitantes um experiência autêntica da cidade.

A cidade não é demasiado complexa. É alias bastante simples de navegar, sendo fácil movermo-nos e orientarmos enquanto vamos de uma atração turística para outra. No contexto das grandes cidades africanas pode-se também dizer que é bastante segura, desde que tenhamos as precauções básicas que o bom senso dita. Tendo tudo isto em conta, a nossa sugestão para quem a visita é que não deixe de descobrir maputo com liberdade e ao ritmo desejado.

Uma lista sobre o que fazer em Maputo não poderia deixar de fora as maravilhas gastronomia local e alguns pontos de interesse, relativamente próximos, absolutamente obrigatórios, como as praias paradisíacas da Inhaca Island e Ponta do Ouro, o Maputo Special Reserve ou Kruger Park, para testemunhar na primeira pessoa a savana africana, entre muitos outros locais de sonho.

maputo special reserve leão

O que visitar e o que fazer em Maputo

Quando ir a Maputo

A melhor altura para visitar um local depende sempre daquilo que temos como prioridade. Se for o clima, então a altura certa para ir vai de maio ao inicio de outubro. Tendo em conta o clima tropical do país, o tempo seco e as temperaturas amenas dessa altura do ano, existem condições ótimas para explorar as maravilhas da cidade e daquilo que existe na sua proximidade.

A estação das chuvas, em Moçambique, acontece entre outubro e abril, sendo mais severa nas zonas altas onde cheias e as inundações mais severas podem ter lugar.

Onde ficar em Maputo

O alojamento em Maputo não é nada barato mas há vários fatores que devemos considerar antes de decidir onde ficar.

Devemos, antes de mais, pensar na proximidade aos pontos que queremos visitar. Optar por um alojamento mais barato, mas mais afastado nem sempre significa poupar. Devemos contabilizar o dinheiro que vamos ter de gastar em transportes para ir visitar cada local da cidade.

Tendo isso em conta, procurar opções na zona de Polana Cimento, com preços a partir de R$64 (14€), ou Sommerchield, com preços a partir de R$166 (38€), será o mais sensato. Para além da proximidade com as principais atrações de Maputo, são conhecidas como zonas relativamente seguras para turistas.

 

Polana Cimento

Sommerchield

Como ir para Maputo

Ser nómada digital em Maputo

Para os nómadas digitais, que viajam enquanto trabalham e trabalham enquanto viajam, Maputo é um local perfeito. Ao muitos pontos de interesse para visitar, a cidade agrega uma enorme oferta de espaços de cowork.

A Cowork Lab, por exemplo, que tem vários centros distribuídos pelas melhores zonas da cidade, oferece todas um “mar” de possibilidades e todas as condições para dar resposta às exigências profissionais dos nómadas digitais. Escritórios privados ou partilhados, alugados ao dia ou por períodos mais longos, salas de reunião e uma série interminável de serviços que vão ajudar a relaxar quem, no meio da férias, também tem de trabalhar.

Se gostou do artigo “O que fazer em Maputo”, leia também:

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