Angkor Wat, considerado o maior monumento religioso do mundo, é um elemento incontornável da identidade do Cambodja, estando inclusivamente representado na bandeira do país. Este complexo, considerado património Mundial pela UNESCO, com uma área de 200 kms2, é um “mundo” maravilhoso, repleto de velhos templos, verdadeiros “tesouros”, dispersos numa selva com que se misturam. Mas isto é o que pensamos.

Angkor Wat

Angkor Wat tem um história curiosa. Perdidas na para a floresta tropical durante séculos, as suas ruínas são os vestígios e evidências da grandiosidade do império Khmer, que tinha Angkor como a sua capital. Hoje é um dos locais mais visitados no sudoeste asiático e no mundo, sendo um “must go” até para aqueles que visitam os vizinhos Vietname e Tailândia.

A construção deste complexo terá começado no século IX e florescido até ao século XV. O principal responsável terá sido o rei Suryavarman II, auto-proclamado “rei universal”, que fomentou a construção da cidade como aquela que se tornaria a capital e o epicentro do seu império. Tornou-se uma cidade próspera que terá sido a maior do período pré-industrial, com cerca de meio milhão de habitantes. Originalmente hindu, foi convertida ao budismo, no decorrer de uma história rica em transformações e conflitos. No seu declínio, problemas relacionados com o sistema de abastecimento de água acabaram por determinar um destino sombrio. A cidade foi consumida pela floresta e esquecida durante séculos.

Mas, eventualmente, acabou por renascer para o mundo e para o turismo, sendo um dos locais mais fantásticos conhecemos. É um complexo vastos, cheio de surpresas e tesouros, sem dúvida uma das maravilhas do mundo. E, a melhor forma de visitar esta antiga cidade, que está a apenas a 5 kms de Siem Reap, será de bicicleta ou de scooter, ou mesmo a caminhar.

Para isso devemos reservar dois ou três dias para explorar, com tempo, os trilhos que rasgam a floresta e nos conduzem às ruínas, das quais Angkor Wat faz parte. Ruínas das quais faz parte?!! Baralhado?! Pois, na verdade Angkor Wat é apenas um, entre o milhar templos que compunham a antiga cidade de Angkor. Era esse o seu nome. Acontece que a dimensão e popularidade daquele templo fizeram com que tudo aquilo que o envolve passasse a ser conhecido pelo seu nome, Angkor Wat.

angkok wat temple

Os principais templos de Angkor Wat

Angkor Wat

É o maior, o principal templo e aquele que melhor resistiu à passagem do tempo. Tido como a maior estrutura religiosa do mundo, era o epicentro do império no que toca à governação e espiritualidade. O seu nome significa precisamente isso: Angkor significa capital e Wat significa templo.

angkok wat siem reap

Era constituído pelo palácio real e por um templo dedicado ao deus Vishnu, simbolizando também o Monte Meru, como vários outros templos no sudoeste asiático. Estima-se que no seu perímetro havia cerca de vinte mil habitantes.

nascer do sol em angkor wat

Para além da grandiosidade do templo, onde podemos divagar por horas, enquanto admiramos a construção, as suas esculturas e gravuras, nascer do sol surge como um dos seus maiores apelos. Milhares de pessoas convergem para a margem de um lago, que existe à sua frente, para testemunhar as cores e os reflexos de um fenómeno memorável.

O único ponto contra este programinha são mesmo os milhares de pessoas a que não há como fugir. Temos de estar na bilheteira às 5 da manhã se queremos encontrar um bom lugar. Isto significa acordar perto das 4 da manhã, para sair de Siem Reap por volta das 4.30h.

Templo Bayon

O templo Bayon é um dos mais populares e não apenas devido à sua grande dimensão. Situado no centro de Angkor Thom, cujo significado corresponde a grande capital. O templo em si, tem como particularidade as muitas e imponentes estátuas que povoam o povoam. Em qualquer direção que olhemos, encontramos uma obra magnifica com mais 1000 anos de história.

templo bayon angkor wat

São imagens maciças que decoram as torres do patamar mais alto do templo, tendo cada uma delas tem quatro faces. Construído pelo rei Jayavaram no inicio do século XII, sofreu alterações, em momentos distintos, de acordo com as crenças hindu e budista.

A melhor altura para visitá-lo será bem cedo, enquanto as grandes multidões ainda estão no Angkor Wat a presenciar o nascer do sol. Fazer do templo Bayon o primeiro, ou dos primeiros pontos de paragem será uma boa ideia, para um dos dias. De qualquer forma, seja ou não essa a opção, Angkor Thom fica a apenas 3 kms de Angor Wat, cerca de 5 minutos de scooter, 15 ou 30 de bicicleta, dependendo do ritmo, mas bastante perto.

templo bayon

Ta Prohm

Este templo partilha o estilo e é da mesma altura que o templo anterior, tendo sido construído como um santuário e universidade budista. Distingue-se entre a generalidade dos templos de Angkor Wat porque, após a sua redescoberta, foi mantido praticamente como foi encontrado.

No Ta Prohm é perceptível a razão pela qual foi possível algo da dimensão de Angkor ficar perdido e esquecido no tempo. Vamos encontrar ruínas consumidas pelas raízes de árvores de grande porte, das quais já não se distinguem. É um cenário indescritível mas que até poderá ser familiar. Aqueles que tenham visto o filme da saga Tom Rider, que ali foi gravado, deverão reconhecer o cenário.

Angkor Wat Tha Phrom

Sendo um dos mais populares em todo o complexo, deve ser visitado entre as 7 e as 8 da manhã, para evitar grandes multidões. Se tivermos três dias para explorar tudo, este deverá ser, a par do nascer do sol e do templo Bayon, um dos pontos de partida.

O Ta Prohm fica a 6 kms de Angkor Thom e a 7 kms de Angkor Wat, cerca de 10 minutos de scooter.

Roteiro de 3 dias em Angkor Wat

Existem dezenas de templos com apelos que justificam uma visita, sendo difícil indicar quais os melhores, até porque dependerá muito daquilo que cada um procura. Se procuramos templos mais imponentes e populares, carregados de turistas, ou templos menos procurados, com ambientes mais exclusivos e descontraídos.

Ainda assim vamos indicar os principais, numa sugestão de roteiro de 3 dias em Angkor. Dividimos os templos mais populares, em três grupos, de acordo com a proximidade entre eles. No entanto, sendo coerente com a sugestão visitar os principais e mais concorridos quando têm menos turistas, abrimos uma ou outra excepção a essa regra.

Se decidirmos contratar um guia, devemos tentar definir a rota para evitar andar com as multidões.

Roteiro – Dia 1 em Angkor Wat

Começamos o dia, por volta das 4 da manhã, para conseguirmos entrar no templo por volta das 5. Esta é a melhor forma de garantir um bom lugar para ver o concorrido nascer do sol. Procuramos um lugar perto do lago, para ter a melhor vista possível. Depois do sol nascer vamos conhecer o templo, que infelizmente estará super lotado.

Dali seguimos para o templo Ta Prohm Kel que fica a 1,2 kms, uma caminhada de cerca de 10 minutos. É uma pequena ruína de um santuário que vale a pena parar para ver porque está logo ali ao lado, ainda por cima no nosso trajeto.

O Baksei Chamkrong está a um quilómetro e meio do templo anterior. A pé demoramos cerca 15 minutos,  de bicicleta uns 5 e de scooter menos ainda.

Este santuário do século X, uma estrutura relativamente, era dedicado a Shiva, sendo por isso originalmente hindu.

Apesar de se encontrar perto da entrada para Angkor Thom, tendo em conta que a multidão do nascer do sol se encaminha para lá, invertemos o sentido deixamos o Angkor Tom e templo Bayon para o inicio do dia seguinte.

Ali mesmo a 500 metros, encontramos o ponto de paragem seguinte, o Phnon Bakheng do século IX. À imagem do templo anterior também é dedicado a Shiva mas,  A dada altura na sua história, terá sido convertido ao budismo. Este templo, que se encontra no topo do uma pequena elevação, diz-se ter a forma de uma montanha, sendo muito popular na hora que o sol se põe.

Agora que invertemos a marcha para fugir à multidão, damos um salto para outra zona do complexo. Fazemos 8 kms, que demoram cerca de 10 minutos de scooter ou tuktuk e um pouco mais de bicicleta, para chegar ao templo Kravan. Estas ruínas datadas do século X consistem em 5 torres de tom avermelhado.

Depois de Krava paramos a 2 kms de distância no templo Banteay Kdei. São apenas  5 minutos de scooter e um pouco mais de bicicleta.  Trata-se de um templo budista do século XII, não muito de diferente do popular Ta Prohm.

angkor wat Banteay Kdei

Mesmo ali ao lado, a menos de 1 km, encontramos Srah Srang. Trata-se de um enorme reservatório de água, escavado no século X, e guardado pela floresta que o circunda e por duas pequenas estátuas de leões.

Roteiro – dia 2 em Angkor Wat

O segundo dia deverá começar bem cedo. Aproveitar enquanto toda a gente assiste ao nascer do sol e visitar os templos mais populares, ainda sem turistas.

Assim, começamos pelo famoso Ta Prohm, conhecido pela árvore que abraça um templo em ruínas e por ter sido o cenário escolhido para um dos filmes de Tomb Rider.

Podemos desfrutar do um pouco, se chegarmos por volta das, mas convém não perder demasiado tempo para chegar ao templo Bayon antes das 7.30h da manhã.

Ta Keo é um templo construído em arenito que se impõe pela sua altura. Construído no século X, ele possui vários pisos e 5 torres que funcionavam como templos. Sem dúvida que vale a pena, enquanto fazemos o percurso de Ta Prohm para Angkor Tom, parar por 10 minutos para subir ao topo e apreciar a envolvência.

Ta keo

Ele fica a menos de 2 kms de Ta Prohm, menos de cinco minutos de scooter, e um pouco mais de bicicleta.

A paragem seguinte, a menos de 1 km de distância, é o templo Thommanon. Este templo hindu, que antecede a entrada no Angkor Tom, data do século XII e está relativamente bem preservado.  É um local para não perder demasiado tempo…Apenas para tirar umas fotografias…

500 metros depois, no nosso caminho para o templo Bayon, passamos pela Victory Gate, um estrutura linda que marca a entra em Angkor Tom, e que merece umas boas fotografias.

Victory Gate Angkor wat

Dali corremos para o templo Bayon, ainda antes de chegarem as grandes multidões. Significa ainda não são 7.30h da manhã e que podemos apreciar sossegados a famosas estátuas que apontam em todas as direções.

temple bayon

Baphuon é um dos templos de grande dimensão, no perímetro de Angkor Tom. Esta estrutura do século XI será a primeira paragem depois do templo Bayon. São cerca de 10 minutos a andar e bem menos de bicicleta ou scooter.

É um templo imponente, com vários patamares, que o elevam aos 25 metros de altura. É uma das estruturas religiosas em Angkor Wat que representam o monte Meru, a “morada dos deuses”. Para além disso, terá sido um local de adoração de Shiva.

Ao seu lado existe um grande lago que, se estiver entre nós e o templo, convida a uma bela fotografia.

A menos de 5 minutos de distância encontramos Phimeanakas. É um grande templo, com a forma de uma pirâmide, que se eleva patamar a patamar. Acredita-se ter sido de grande importância e usado frequentemente pela realeza.

Depois seguimos mais 750 m e encontramos Prasat Suor Prat, uma dúzia de torres alinhadas num dos flancos da praça real. Construídas em arenito, elas estão situadas perto do Terrace of the Elephants and the Terrace of the Leper King.  São conhecidas como as torres das “tightrope dancers” e  quem são não são a origem do slackline.

prasat suor prat

A 270 metros, dentro do perímetro de Angkor Tom, encontramos o Terrace of the Elephants. Trata-se de um palco de onde o rei assistia a paradas militares e outros grandes eventos ou cerimónias. A estrutura de 350 metros é muito ornamentada e o principal motivo ou elemento em destaque, com é evidente, é o elefante. Vale a pena parar e dar uma olhadela.

O Terrace of the Leper King está muito próximo às duas anteriores paragens, a cerca de 100 metros da última. Terá sido construído na altura do templo Bayon, partilhando o seu estilo arquitetónico.  Vale a pena passar por este local para apreciar a forma como a pedra foi trabalhada.

O nome pelo qual é conhecido está relacionado com uma estátua que foi encontrada naquele local. Esta, cerca de 5 séculos mais recente do que o Terrace of the Leper King, pelo desgaste e erosão, aparentava representar um homem leproso. Também é associada à lenda de um rei que também seria leproso.

Preah Pithu é conjunto de ruínas de 5 templos. As estruturas são bonitas, com o maioria em Angkor Wat, com a pedra muito bastante trabalhada. No entanto, o que torna este local interessante é a atmosfera tranquilo e sem as multidões de outros templos. Ao passar por ali é provavel encontrar alguns monges.

Roteiro – dia 3 em Angkor Wat

O terceiro dia, que começará em East Mebon, será mais descontraído, com mais tempo para desfrutar dos trilhos menos batidos e sair da rota definida.

O ponto de partida é um templo do século X, de grandes dimensões, situado no extremo leste do complexo. Originalmente circundado por um reservatório de água, que agora seco, é dedicado a  Shiva, onde se destacam as torres bem preservadas e uma bela imagem de um elefante.

A segunda paragem será Ta Som, que fica a cerca de 2,5 kms e cujo percurso demora menos de 10 minutos de scooter, um pouco mais de bicicleta e uns 20 minutos a andar bem.

É um templo do século XII que não foi completamente restaurado,  assemelhando-se ao popular Ta Prohm. Neste santuário, localizado a nordeste da zona central de Angkor Wat, podemos encontrar as emblemáticas árvores que crescem “abraçadas” às ruínas. A grande vantagem é a quantidade de turistas que o visita, relativamente reduzida no contexto geral do parque histórico.

Mais 2 kms e encontramos Neak Pean, uma ilha artificial com um templo budista. Este terá sido utilizado como hospital e para fins terapêuticos. A mitologia e crenças hindus, que estão na base do budismo, postulam que o equilíbrio entre os elementos (água, terra, fogo e vento) beneficia a saúde.

Neak PEan angkor wat

Andamos mais 5 minutos de scooter, uns 10 de bicicleta e encontramos o pequeno templo Banteay Prei.  Este pequenos santuário não justificaria uma visita se não estivesse a um pequeno desvio da nossa rota. Pelo caminho ainda vamos encontrar, do nosso lado esquerdo, o pequeno Prasat Prei. De qualquer forma podemos aproveitar a ausência de turistas e desfrutar de um pouco de tranquilidade, enquanto registamos o momento com umas fotos.

Seguindo para sul, menos de 2 kms, encontramos o templo Preah Kan. Este santuário do século XII  é massivo e mistura elementos budistas, no seu templo central, com alguns elementos hindus que povoam a sua periferia. Possui uma arquitetura semelhante a Ta Prohm e, à imagem deste, não está completamente restaurado.

A última paragem de este roteiro de 3 dias será Ta Nei. Este templo fica 2,5 km, cerca de 20 minutos a caminhar.Este templo está entre os menos visitados em Angkor Wat, por estar afastado da estrada principal e sendo necessário percorrer um pequeno trilho para lá chegar.

É um santuário budista do século XII, muito recatado e ideal para finalmente parar e desfrutar, sem pressas, do ambiente de Angkor.

A partir daqui, se sobrar tempo e ainda tivermos pernas, podemos explorar os muitos caminhos e zonas menos batidas. Em alternativa, se ainda não exploramos Siem Reap e o Ton Le Sap Lake, está na hora!

Horários

A grande parte dos templos pode ser visitada entre as 7.30h da manhã e as 17.30h. Mas existem alguns que podem ser visitados noutros horários:

  • O templo Angkor Wat e Srah Srang podem ser visitados a partir das 5 da manhã e enceram também Às 17.30h;
  • Pre Rup e Phnom Bakheng podem ser visitados das 5 da manhã às 19h para permitir que ali se possa assistir ao nascer e por do sol.

Preço dos bilhetes

Os bilhetes para  visitar o complexo  são bastante caros mas valem o investimento. podemos optar entre um bilhete de um dia e passes de 3 e 7 dias:

  • O bilhete diário custa 33€, cerca de 150 reais.
  • O passe de 3 dias custa 55€, cerca de 260 reais.
  • O passe de 7 dias custa 65€, quase 300 reais.

Tour em Angkor Wat

Não é novidade para ninguém que Angkor tem uma história muito rica. Vale a pena, nem que seja apenas num dos dias que lhe dedicamos, contratar um guia ou um tour para nos ajudar a contextualizar e a unir os pontos entre tantos detalhes históricos e religiosos. Perceber os simbolismos e as transformações que elevaram e destruíram uma civilização tão avançada.

Existem muitas tours e a reserva antecipada pode prevenir algumas surpresas de última hora, especialmente quando falamos de atrações turísticas tão concorridas. No Getyourguide é fácil encontrar as melhores opções, através da avaliação e comentários de cada tour, e muitas delas permitem o cancelamento até à véspera. Podemos consultar todas aqui as opções e, se por acaso reservarmos através do link de afiliados da Backpackers Bay, ajudamos o blog sem pagar mais por isso.

Como ir vestido

Tendo em conta que vamos visitar templos deveremos, com o é costume no sudoeste asiático, cobrir o peito e as pernas até aos joelhos. Por outro lado, devemos tem em conta que a partir das 10 da manhã o calor se torna intenso. Convém encontrar uma solução que respeite os costumes locais mas, ainda assim, fresca.

Devemos levar calçado confortável já que vamos passar muito tempo de pé, a caminhar e eventualmente a pedalar. E, por fim, levar um chapéu para proteger a cabeça.

Onde ficar em Angkor Wat

Aqui não há dúvidas. A melhor alternativa é escolher um hotel em Siem Reap. Os preços começam nos 2€ (R$9) por noite, em camaratas de hosteis aceitáveis, e vão até às várias centenas de euros que cobram nos muitos hoteis de luxo que existem na cidade.

A cidade fica a apenas 5 kms de Angkor e é muito fácil lá chegar de diversas formas.

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Como ir a Angkor Wat

A viagem de Siem Reap a Angkor é muito curta, mais ou menos 5 kms. É possível lá chegar em menos de 10 minutos, seja de taxi, de tuktuk ou scooter. Embora negociável, o preço das duas primeiras opções rodará o 5€, cerca de 20 reais. De scooter dependerá do preço de aluguer que conseguimos.

Uma alternativa é ir de bicicleta, que demora uns 30 ou 40 minutos, mas que vale bem a pena. Nós fizemos este trajeto num dos dias que lá estivemos e adoramos. Foi um mergulho no quotidiano dos cambojanos que, todos os dias, convivem com um transito doido e uma ausência quase total de regras.

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