Assistir ao nascer do sol no Ganges, o rio sagrado da Índia, é uma experiência inacreditável. Permite-nos testemunhar uma tradição milenar e um movimento cultural que se repete a cada dia, tão distante dos padrões ocidentais.
Quem opta por acordar cedo, às 4 ou 5 da manhã, sacrificando algumas horas de sono, para assistir à confluência das gentes de Varanasi para o rio, pode esperar um ritual com um identidade única, um espetáculo feito pessoas, de muita fé e cor.

Ainda de madrugada, a população da cidade e os seus visitantes dirigem-se para as margens do rio sagrado da Índia, onde os crentes se banham e tecem preces de agradecimento. É estranho pensar que este ritual se repete todos os dias mas, em Varanasi, o dia de trabalho inicia-se apenas às 10 da manhã e o seu período inicial é, na maior parte dos casos, dedicado à espiritualidade e religião.

Mergulhados na atmosfera serena que caracteriza o momento, podemos observar as pessoas que rezam e tomam banho no rio, os homens santos que dedicam a manhã à meditação, absolutamente imóveis, outros que se dedicam ao Ioga e, claro, as cremações que jamais são interrompidas. Tudo, numa explosão silenciosa de cores e paz.

Podemos assistir ao nascer do sol de duas formas. A mais económica e que nos permite poupar algum dinheiro é caminhar pelos ghats de Varanasi, ao longo da margem do rio, enquanto desfrutamos de tudo o que vai acontecendo. A grande vantagem desta opção é a proximidade com as pessoas e a possibilidade de nos misturarmos com os locais.
A segunda hipótese é assistir ao ritual num passeio de barco que, apesar de custar algum dinheiro, vale bem o investimento, pela experiência que é. Desta forma podemos assistir a tudo, calmamente, com a Arquitetura anárquica de Varanasi como pano de fundo e tendo uma perspectiva bem mais abrangente de tudo aquilo que, ali, acontece naquele momento. Esta foi a nossa opção e ficámos super felizes por termo decidido dessa forma.

O passeio de barco para assistir ao nascer do sol, que reservámos com um guia local, custou 300 rupias, cerca de 3.5€ por pessoa. Porém, existem opções com mais completas, incluindo por exemplo uma aula de ioga, que podem custar entre 40€ e 100€ por pessoa.
Indo de barco levantá-mo-nos às 4.30 da manhã e saímos do hotel às 5. Caso tivéssemos optado por ir a pé bastaria sair do hotel por volta das 5.45h. Estes horários dependem, naturalmente, da distância a que o nosso hotel fica do Ghats.
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]]>Quando começamos a imaginar a viagem, é impossível não centrar os planos no rio Ganges e nos ghats de Varanasi. A mística e a popularidade da cidade têm origem, antes de qualquer outra coisa, nas atividades e rituais que acontecem nas margens do rio mais sagrado da Índia. Mas isso pode até nem ser o melhor da cidade, nem do rio.

A maioria das pessoas, quando pensam em visitar Varanasi, pensam essencialmente nos banhos ao nascer do sol e na cerimónia Aarti. No entanto, caminhar pelos ghats e pelas margens do rio, a meio da tarde ou da manhã, enquanto as multidões não chegam para os rituais mais populares, é uma experiência única, talvez até a mais marcante numa passagem por esta cidade.
Pessoas a lavar roupa, outras a tomar banho acompanhadas por vacas, um homem a meditar e as cremações que acontecem 24 horas por dia, são apenas algumas das coisas que conferem a este local uma atmosfera tão especial e um caráter tão único.

Começar num ghat e percorrer as margens, parando aqui e ali, subindo e descendo as escadarias, enquanto observamos uma realidade tão distante e tão mística, é uma coisa do outro mundo. E a verdade é essa, sentimos, até aos ossos, que estamos noutro mundo, completamente diferente daquele que conhecemos. As ideias inquietantes que anteciparam a viagem, como assistir a cremações a céu aberto, a possibilidade de ver cadáveres a boiar no rio, entre outras coisas, desaparecem, dando lugar ao espanto. Antes de mais, pelo silêncio e tranquilidade de um local com ingredientes tão estranhos e, em segundo, pela questão que nos assalta e nos dá uma sensação crua de ignorância: “isto existe mesmo?!”.

Recomendamos a qualquer viajante que reserve meio dia para caminhar nas margens do rio, à sua velocidade, podendo desfrutar, com calma, daquele local e das particularidade. Para quem preferir, também é possível contratar um guia para um walking tour, que normalmente incluir uma passagem pelas ruas estreitas das tecelagens e tinturarias. Ali é possível testemunhar artesãos a fabricarem tecidos, enquanto alguns já prontos secam, pendurados nos estendais.
Um Walking Tour nos ghats de Varanasi e pelas margens do rio, pode custar entre cerca 5€ e 20€ por pessoa, dependendo se negociamos localmente ou se contratamos um serviço online.

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]]>A Karen long neck tribe, conhecida pelas mulheres de pescoço longo, é uma atração turística que ponderámos não abordar neste blog.

A visita a este local permite, com um pouco de imaginação, projetar o que seria o estilo de vida destas tribos das montanhas. Toda esta imaginação será necessária porque a exploração turística, que hoje se verifica, terá contaminado de forma drástica o estilo de vida destas pessoas. Olhando com atenção, é fácil de perceber que o permanece intacto e genuíno, na sua cultura, é o que permite atrair e rentabilizar a afluência de turistas que visitam cidades como Chiang Mai e Chiang Rai.
Podemos esperar uma vila “mercado”, absolutamente adaptada ao turismo. Ali os locais, especialmente a mulheres, a atracão maior daquela espécie de circo, figuram como que num zoo sem jaulas, para que nós, que alimentamos aquela industria com a nossa curiosidade, possamos tirar uma boa fotografia.
Nesta visita haverá sempre um dilema de perspectivas. Estaremos a explorar estas pessoas de forma indigna ou a contribuir positivamente para o desenvolvimento social e económico da sua região. Enfim, caberá a cada um a decisão de visitar ou não este local.
Independentemente da decisão, o que poderás esperar desta vila, situada na zona de Mae Hong Son, será, como referimos antes, uma vila com muitas bancas de artesanato, muito semelhante a um mercado.
No entanto, o grande destaque e o que motivou a grande afluência turística foi a tradição que envolve as mulheres. Desde cedo, estas vão acrescentando argolas de metal ao seu pescoço o que faz com que se torne extremamente longo. Aparentemente é isso que resta da sua vida ancestral, já o seu quotidiano resume-se, hoje, a tarefas relacionadas com o turismo.
O que talvez faça, realmente, valer a pena a deslocação de Chiang Mai até a uma Karen long neck tribe será a Chiang Dao Cave, uma gruta que se estende por quilómetros, com formações rochosas impressionantes. Lá, podemos encontrar e visitar várias galerias com imagens de Buda. De qualquer forma, recomendamos que contrates um guia para evitar riscos desnecessários, num ambiente pouco adequado a humanos.
Site oficial: Chiang Dao Cave
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]]>A cerimónia Aarti, também conhecida como Varanasi Night Ceremony e fire ceremony, é um dos pontos altos de uma passagem pela cidade, a par do nascer do sol no Ganges. Este ritual espiritual, que acontece todas as noites, nas margens do rio Ganges, é absolutamente espetacular. Em vários Ghats, sarcedotes brâmanes realizam um ritual, misturando dança e fogo, ao som de músicas e preces dirigidas à mãe Ganga que, de acordo com a crença hindu, tem no rio uma manifestação divina.

Ao final da tarde, os locais e os turistas começam a surgir e a margem do rio começa a encher-se de gente. É importante ir cedo para garantir um boa posição para assistir à cerimónia. Para além disso, não será um sacrifício esperar. A atmosfera é super tranquila e, enquanto aguardamos podemos sempre beber um chai e apreciar a paisagem e a diversidade de pessoas confluem para as zonas das cerimónias.

Quando a noite cai, e já ao som de musicas e preces, dá-se inicio à “Varanasi Night Ceremony” ou Aarti ceremony. Os sacerdotes, numa espécie de dança, realizam movimentos circulares, no sentido relógio, com os seus candelabros com fogo, que, segundo crêem, representa a ligação entre o mundo real e o mundo espiritual. No final do ritual, segundo a religião Hindu, a deusa Ganga abençoa todos os presentes. Estes, por sua vez, dirigem-se para o rui onde depositam velas flutuantes criando um belo cenário.

Existem duas formas de assistir às cerimónias e nós, como estivemos vários dias na cidade, acabámos por experimentar as duas. A primeira, e mais económica, é ir a pé até um dos ghats, onde acontecem os rituais, encontrar um bom local e apreciar toda a cena. A outra opção, que vale a pena se apenas tivermos uma noite, é contratar um boat tour e assistir a tudo a partir do rio. A música, a dança e o fogo, com a cidade como pano de fundo é absolutamente espetacular. Vale todo o dinheiro investido.
O tour de barco para assistir à cerimónia custou 300 rupias por pessoa (cerca de 3.50€), isto porque foi negociado localmente e porque se tratou de uma opção básica e sem qualquer tipo de luxo. Se se reservar na internet, dependendo do que está incluído no pacote, poderá custar 50€ e 100€

O ghat mais popular é Dasawamedha Ghat, que se diz ter a cerimónia mais bela. O motivo para isso é, provavelmente, a proximidade com o Vishnawat Temple, dedicado a Shiva. É sem dúvida uma boa opção.
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]]>Tonle Sap Lake, o maior lago de água doce do sudoeste asiático, com uma área de 2700 km2, é um sitio absolutamente surreal. Parece ter saído diretamente de um filme de outra era. Ou melhor, quando lá chegamos, parece que entrámos num filme.
Este lago, inundado sazonalmente, está ligado ao rio Sangker e ao rio Tonle Sap, que muda de direção ao longo do ano. Na época das monções, o rio Mekong, onde geralmente desagua o Tonle Sap, vê o seu caudal aumentar de tal forma que o fluxo deste último, um rio mais pequeno, é invertido para escoar a água em direção ao Norte, inundando o lago.

Não será surpresa que um corpo de água tão vasto possa assumir uma tão grande importância num país pobre como o Cambodja. O ecossistema rico, a abundância de peixe e de outros recursos atraiu e fixou uma população que se adaptou a uma vida na água.
Quando chegamos a uma vila flutuante e olhamos à nossa volta vemos casas, lojas, restaurantes, entre outras coisas. Não parece faltar nada, excepto terra firme. Por isso mesmo, encontrar e visitar Tonle Sap Lake terá sido a maior surpresa da nossa viagem, que havia começado umas semanas antes na Tailândia. Os poucos dias que tínhamos reservado para Siem Reap, não davam para muito mais do que explorar Angkor Wat. Esse era o nosso plano e, no tempo de sobra, explorar a periferia, ver os memoriais do genocídio e um show de dança.
No dia que fomos visitar os memoriais decidimos continuar a seguir a estrada para explorar a zona. A dada altura algo nos chamou atenção. A estrada acabava ali, perante um corpo de água, com pequeno porto de onde saiam velhos barcos de madeira. Decidimos ir espreitar, saber para onde seguiam, quando dois jovens nos abordaram, propondo-nos um tour de barco.

Não sabíamos que lago era aquele, nem tínhamos noção da sua dimensão. Quando processámos as idades do capitão e do primeiro imediato e ouvimos o estalar da tábua que colapsou com o peso do meu pé, soubemos que ia ser uma experiência, no mínimo, imersiva. O barco saiu do porto e entrou num mangal. Começámos a ver pescadores em pequenos barcos mas a surpresa foram as casas flutuantes, que até pareciam ser habitadas.

Mais à frente ao sair da garganta do mangal depará-mo-nos com uma extensão de água interminável, que chegava à linha do horizonte. Parecido com aquele cenário, só mesmo o mar num dia tranquilo.
Ao afastar-mo-nos das margens começaram a surgir, do meio do nada, barcos com crianças e crianças em alguidares, acompanhados de cobras, para cobrar um 1 dollar por pousarem para um fotografia. É um choque! Acredito que qualquer ocidental tem dificuldade em entender como é que uma criança pode estar sozinha, num alguidar, no meu de um oceano de água doce. Um colisão entre realidades, um “coice” de humildade para qualquer um que conheça apenas os dramas burgueses do ocidente. Mas viajar é isto mesmo, uma procura pela diferença.
Depois de termos contemplado a imensidão do Tonle Sap Lake, de um ponto de vista mais afastado, os nossos jovens guias inverteram a direção elevaram-nos até Chong Kneas, a vila flutuante onde há tudo. Vimos restaurantes, quintas de crocodilos, lojas de artesanado, supermercados e até cães. Naquele momento o “queixo voltou a cair” quando percebemos que de facto vivem ali pessoas ali mas, mais que isso, com um estilo de vida que não imaginávamos real. Mas há algumas coisas que saltam à vista. A quantidade de crianças em barcos improvisados com alguidares, o aspeto degradado das casas e a quantidade de cestos de peixe, à esquerda e à direita. Mas todas estas coisas denotam um tom comum, que não é possível camuflar, a pobreza.

Infelizmente, com a pressão do turismo que não para de crescer em Siem Reap, o lago tem sofrido em termos ambientais, assimilando os resíduos de uma população crescente, expondo as doenças aqueles que vivem do lago. Por outro lado, a vila têm perdido a sua autenticidade, convertendo-se aos visitantes que, apesar de tudo, estimulam um pouco a pequena economia.

No nosso caso, que não terá sido exatamente um tour, éramos quatro e alugámos um barco por cerca de 40 dolares (R$ 170 / 36€). É verdade que já passaram alguns anos e que preço deve ter subido um pouco. Mas ainda assim, deverá ser mais barato do que um tour comprado na net e pago à cabeça. Nesse caso, as opções de tours vão dos 30€ (R$137) aos 150€ (R$690), por pessoa. Por exemplo, no portal getyourguide encontram-se as seguintes possibilidades:
Existem outras opções de tours e a reserva antecipada pode prevenir algumas surpresas de última hora. Como apanhar o barco com um marinheiro de água doce que não fala inglês, filas no porto ou falta de barcos. No Getyourguide é fácil encontrar as melhores opções através do avaliação e comentários de cada tour. Podemoss consultar todas aqui as opções e, se por acaso reservarmos através do link de afiliados da Backpackers Bay, ajudamos o blog sem pagar mais por isso.
O pequeno porto fica a 12 quilómetros de Siam Reap e a viagem demora cerca de 15 minutos. Podemos ir de negociar o preço e ir de Tuktuk ou, se formos de táxi o preço estará entre o 8€ e os 11€. Os mais corajosos também podem ir de bicicleta.
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]]>A praça Jemaa El-Fna é, entre os inúmeros encantos encantos e apelos de Marraquexe, aquele que é digno de maior de destaque. Absolutamente central, situada no coração de uma cidade considerada património mundial pela Unesco, é o local mais carismático e onde podemos testemunhar, plasmada na sua plenitude, a cultura e identidade locais..

Esta praça é tão animada e volátil que, para mergulhar na sua essência, devemos visitá-la de dia, ao pôr do sol e à noite. Ela transforma-se, como se de um organismo vivo se tratasse. A nossa percepção será sempre incompleta se não lhe dedicarmos a nossa atenção em cada um deste períodos do dia.
A praça Jemaa El-Fna é realmente riquíssima em termos culturais e históricos. Para além de ter sido o local de uma mesquita, hoje desaparecida, foi também conhecida como a “assembleia dos mortos”. É irónico, e até difícil, imaginar que um local com tanta vida foi, outrora, conhecido como a praça dos mortos.
Era ali que os condenado à morte enfrentavam o seu destino macabro. E, “para ajudar à festa”, após a sua execução, as cabeças decapitadas eram expostas com o intuito de dissuadir aqueles que faziam do crime um estilo de vida. Mas, felizmente, é um passado tão remoto que não é possível enquadrá-lo no contexto atual da praça.
Apesar de lá termos chegado com expectativas altas, a praça Jemaa El-Fna não deixou a desejar em nada. Durante o dia os grandes protagonistas são os faquires e os encantadores de serpentes, que tomam conta do local, chamando a atenção dos muitos turistas que por ali deambulam, meio perdidos naquele local mágico. As serpentes, imponentes e quase estáticas, despertam-nos os sentidos e mantêm-nos alerta num lugar com mil e uma distrações.
Milhares de pessoas circulam em todos os sentidos, bancas de venda improvisadas no chão oferecem souvernirs e assinalam o caminho, enquanto outras vendem fruta e iguarias locais. Estes são os principais motivos para passar por ali durante o dia e faz sentido fazê-lo no nosso trajeto entre outros locais a visitar, ali nas imediações.

O final do dia é marcado por um dos momento mais emblemáticos e populares da praça. Um pouco antes do pôr do sol, os turistas preenchem os vários restaurantes e bares com terraços e vistas privilegiadas para testemunhar o momento. Nessa altura as cores alteram-se e a luzes das bancas acendem-se, enquanto a noite cai e o movimento de pessoas persiste lá em baixo. Vale bem a encontrar um bom local, uma ou duas horas antes, para garantir a vista ideal. Este será, com grande probabilidade o ponto alto do dia.
Por esta altura a praça transfigura-se, com coisas boas e outras nem tanto. Se por um lado os restaurantes improvisados , que foram montados durante a tarde, te atacam com uma equipa de vendedores chatos como tudo, por outro, nas suas costas, formam-se dezenas de grupos pequenas rodas para tocar música. Lá no meio, das rodas, há quem cante, quem toque jambé e quem dance. O que salta aos olhos, ou melhor, ao ouvidos, é a confusão de sons que se misturam. É a loucura instalada, num caos divertido e com boa “vibe”. Nunca havíamos visto nada do género, em local nenhum.
Antes de mais há que ter cuidado com os carteiristas. Estão por todo o lado e são exímios na sua arte. Evitar ter coisas de valor “à mão” porque, na primeira distração, desaparecem facilmente. Se tivermos de ter coisas nos bolsos, que seja nos da frente e se andarmos de mochila devemos prender os fechos de alguma forma. Tentaram abrir a nossas várias vezes, na ruas que vão dar à praça, mais mais apertadas, com mais gente e confusão.
Outra recomendação é que se evite os tais restaurantes improvisados e que estão numerados. Sabemos que é fácil ser vencido pelo cansaço, com vendedores tão chatos mas, não duvidem, a comida não vale nada, principalmente considerando o preço. O que vale a pena é procurar um restaurante numa das ruas menos movimentadas, em redor da praça. O mesmo se aplica na hora de comprar souvenirs. É preferivel explorar os souks nas imediações da praça, à procura de melhores preços.
Para além disso, devemos tem em conta que vamos ser muito solicitados, por locais, para muitas coisas, para sermos guiados, para tirar fotografias a uma banca, uma cobra ou uma pessoa. É importante lembrar que ali nada é de graça e que nos podem cobrar dinheiro pela coisas mais absurda.
A praça é absolutamente central, estando localizada na medina, e parece que todos os caminho lá vão dar. Desde que estejamos num local central, não teremos problemas em lá chegar.
Veja também os guias:
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]]>Ko Lanta Old Town é uma vila muito peculiar que não podemos perder na nossa visita à ilha de Ko Lanta. Caracterizada pelas velhas casas de madeira, começou por ser uma “sea gypsies village”. Hoje, continuando a ser uma vila predominantemente piscatória, tem-se vindo a converter gradualmente ao comercio relacionado e às atividades relacionadas com o turismo.

A rua principal
Neste local, onde podemos testemunhar um pouco do estilo de vida original de Ko Lanta e a marca distintiva da influência da cultura chinesa, que se evidencia na arquitetura dos edifícios da rua principal. O cenário peculiar remete-nos para outros tempos, relembrando, de alguma forma, uma espécie de “western oriental”.
O ideal será ir a Old Town ao final da tarde, ficando para jantar. Existem vários restaurantes, virados para o mar, onde o peixe e marisco frescos se aliam a uma vista imperdível sobre o oceano.

Para além de tudo isto, o caminho para a Old Town vale por si só, levando-nos pelas estradas acidentadas do interior da ilha, entre selva e pequenas povoações. O ideal será fazê-lo de mota, parando a cada momento, para desfrutar de pequenos pedaços da Tailândia real.
Vindos do norte da ilha, basta seguirmos a estrada principal de Ko Lanta (nº 4254). Esta vai ter uma curva à esquerda, um pouco antes de Khlong Nim Beach, e, depois outra à direita, levando-nos para o outro lado da ilha. Depois é só seguir para sul, sempre na mesma estrada, e chegaremos ao destinos. Não tem que enganar.
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]]>A Sea Gypsies Village em Koh Lanta é mais um motivo, talvez o maior, para visitar o Sudeste da ilha.
As Bajan Tribe, conhecidas como ciganos do mar, habitam o lado menos popular mas mais genuíno da ilha, com um estilo de vida singular, centrado no mar. Acredita-se que tenham mesmo sido os primeiros a habitar e a povoar a ilha de Ko Lanta. Estas tribos de homens do mar, apesar da sua cultura predominantemente nómada, acabaram criando raízes no local e a estabelecer-se de forma mais definitiva nestas vilas. Estes pequenos povoados caracterizam-se pelas casas de madeira que, assentes em estacas, se precipitam sobre mar, guardadas pelo barcos de pesca.

Visitar estas vilas vale a pena não só pelo local em si, pela possibilidade de testemunhar uma forma de vida única, ancestral e tão distante da nossa realidade mas, também, pelo passeio. No caminho, de subidas e descidas, vamos encontrar alguns restaurantes pendurados nas encostas da ilha, com vistas deslumbrantes sobre o mar e as ilhas vizinhas. Nós parámos no Sang Ga ou WiewPoint.

Vale aproveitar o dia em que visitamos a Old Town e fazer esse pequeno desvio para explorar este lado da ilha, menos sacrificado pela pressão da industria do turismo e mais próximo da Tailândia real que procuramos.
Convém ter em conta que estas vilas não são uma atração turística, no verdadeiro sentido da palavra, e que a nossa passagem deve ser respeitosa, discreta e nunca intrusiva.
Outros artigos sobre atracções em Koh Lanta:
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Num mundo de ruas que parecem transportar-nos para outras paragens, Yaowarat é centro de tudo e o coração da China Town de Bangkok. É ali que decorram as principais celebrações no ano novo Chinês, que é precisamente o melhor dia para visitar esta zona emblemática da cidade. Ainda assim, em qualquer altura, encontraremos motivos mais que suficientes para visitar o local, como por exemplo:
Outros artigos sobre coisas para ver e fazer em Bangkok:
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