O Koh Lanta National Park fica no extremo sul da ilha e é um local incrível para quem gosta de natureza. Este parque faz parte do Mu Ko Lanta National Park, onde habitam povos nómadas (“Sea Gypsies”), que inclui também outras ilhas protegidas e cujo acesso é interdito na época baixa.

Relativamente a esta zona do parque, em Koh Lanta, o destaque são as encostas de floresta tropical, a vista a partir de alguns miradouros e claro, os trilhos na natureza, assim como algumas grutas. Para visitar estas últimas teremos de contratar um guia, que nos irá custar aproximadamente 300 bath (R$35 / 8€).
Se visitarmos o Koh Lanta National Park na época baixa, temos que nos lembrar que os percursos e trilhos não são alvo de manutenção nessa altura. O mais normal é que, ao iniciar a caminhada, nos dê a sensação de que não é muito usado, pois muitas vezes o caminho estará meio obstruído por vegetação e isto poderá causar alguma hesitação durante o percurso.
Apesar disso, nessa época, e para quem gosta pouco de multidões, a quase inexistência de turistas poderá tornar os trilhos pedestres e experiência ainda mais apelativos.
Para além de tudo isto, o Koh Lanta National Park conta ainda duas praias lindas, muitas vezes povoadas por macacos, e com um miradouro que, entre estas, nos dá melhor perspectiva e vista sobre o parque.
A Outra mais valia da visita ao sul da ilha será o trajeto, onde iremos encontrar algumas das melhores praias de Koh Lanta, como a bamboo beach ou a Ao Nui Beach. Vale muito a pena visitar este local, principalmente, indo de scooter e podendo andar ao nosso ritmo, parando sempre que nos apetece.
Outros artigos sobre coisas para ver e fazer em Ko Lanta:
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]]>Railay Beach é provavelmente um dos locais mais populares na Tailândia, talvez dos seus principais cartões de visita. Esta península, com uma paisagem única, conta com quatro praias de águas quentes e cristalinas, cercadas por rochedos calcário que se impõem no horizonte.
Para além disto, que não é pouco, esta zona não tem estradas ou carros, sendo acessível apenas de barco. Isto contribui para um ambiente mais tranquilo e que nos convida a explorar a zona através dos trilhos que ligam as várias praias.
Na Railay Beach existem muitos hotéis, sendo possível passar algumas noites nesta zona de passagem obrigatória. É uma excelente opção para aqueles que procuram relaxar e desfrutar do Andamen Sea, na zona de Krabi.
No entanto, também é possível visitar a ilha apenas durante um dia, recorrendo aos tradicionais “longtail boat”, que se podem apanhar num dos portos mais próximos ou a tours que poderão, também, incluir outras ilhas. Encontra-os aqui.
Com várias praias, cada uma com características distintas, a Railay West beach é talvez a melhor, para banhos e para relaxar, especialmente ao final da tarde, quando podemos testemunhar um pôr do sol incrível, acompanhado por uma chang.
A Railay East Beach, outra das praias à distância de uma pequena caminhada, é um lugar mais movimentado, contando com vários restaurantes e algum comércio. Não sendo tão convidativa para um momento de descontração, é o local certo para desfrutar da cozinha Tailandesa e recarregar

Pôr do sol em Railay
energias. Mas, em Railay beach, as surpresas não ficam por aqui. Pranang Beach merece um grande destaque, sendo apontada por muitos como a praia mais bonita da Tailândia. Rodeada por penhascos de calcário e com um grande rochedo em pleno areal, é absolutamente deslumbrante.
Ali podemos ainda encontrar um santuário peculiar, dedicado à princesa Phra Nang, símbolo de fertilidade para os locais. Este pequeno templo é na verdade uma pequena gruta, atolada de “pénis” de madeira. Hahaha. Existe uma “montanha” enorme destes “artefactos”, ali depositados pelos locais para pedir fertilidade. Com várias cores e tamanhos , no seu conjunto e amontoados, são uma imagem surreal.

Nesta praia é também possível encontrar longtail boats a vender street food, onde podemos encontrar um bom pad thai, um fried rice , uma chang e fruta fresca.
Esta pequena península também se destaca pelos desportos da aventura. Railay é um dos locais mais atrativos do mundo para rock climbing (escalada). É super popular entre a comunidade de escalada e há sempre alguém a agarrado a uma parede, a vários metros de altura, a escalar uma via. Fora isso, existem também algumas trilhas na natureza, entre as quais se destaca uma que nos leva até uma lagoa, bem escondida. Este percurso é um “must do”para os viajantes mais ativos e aventureiros.
Para chegar a Railay podemos apanhar um Longtail boat a partir de locais como Krabi Town, Ao Nam Mao, Ao Nang e Ton Sai.

Porto de Nam Mao
Um “one way ticket” custa 100 bath, cerca de 2,60€ (entre as 8h e as 18h). Para aqueles que decidem ficar até depois das 18h, o bilhete custa 150 bath, cerca de 3.90€.
Se estivermos em Krabi Town o bilhete custará um pouco mais, podendo chegar aos 15€, dependendo da opção escolhida.
Recomendamos comprar o bilhete de ida e volta. Se comprarmos o bilhete de regresso apenas em Railay, pagaremos possivelmente o dobro do preço normal.
Também é recomendável ter atenção aos horários porque depois de anoitecer os preços ficam muito mais altos.
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]]>Mu Ko Lanta National Park é um parque marinho que inclui algumas ilhas fantásticas, assim como o Koh Lanta National Park, que é a sua sede.
Além do Koh Lanta National Park, onde os trilhos e cavernas se destacam, também as ilhas Ko Rok, Ko Rok Noi, Ko Gnai e Ko Kradan fazem parte da área protegida, estando fechadas de maio a outubro.

Mu ko Rok, um arquipélago situado 26 km a sul de Koh Lanta Yai, é provavelmente a maior atração de todo o parque. Nesse local podemos visitar as ilhas, Ko Rok e Ko Rok Noi, com águas transparentes e areia fina, onde abundam os corais. É um local perfeito para quem procura fazer snorkell.
Essas duas ilhas são tão próximas que é possível ir de uma para outra apenas nadando. Os 250 metros que as separam não constituem um obstáculo, suficientemente grande, para demover alguns nadadores que se aventuram nessa travessia. Aconselhamos cautela àqueles que pensem fazer essa aventura, especialmente os turistas, que deverão ter em conta a sua forma física e as correntes marítimas que desconhecem.
Koh Gnai é outro lugar interessante para visitar no Mu ko Lanta National Park. Estando apenas a 11 km de Ko Lanta Yai, essa pequena ilha distingue-se por não possuir sequer estradas. Ali, ir do ponto A ao ponto B significa caminhar. No entanto, e apesar disso, existem alguns resorts, talvez até demasiados, num lugar com praias tão bonitas e um mar perfeito para fazer snorkeling e desfrutar do mar.

Para visitar o parque, se não escolhermos um tour que não inclua tudo, os estrangeiros adutos pagam 400 bath (cerca de 10€ ) e as crianças 200 bath.
Existem muitas opções, cujos preços podemos regatear, no muitos pontos de venda que existem em locais como Ao Nang ou Ko Lanta. Mas se preferirmos prevenir surpresas de última hora, podemos encontrar um tour no GetYourguide e, se eventualmente decidirmos reservar, ajudar a Backpackers Bay, sem pagar mais por isso.
A distância entre Ko Lanta e as muitas ilhas do parque varia bastante. A melhor forma de visitá-las é fazer um tour que inclua várias ilhas. Os pontos de venda desses passeios estão por toda parte mas é poderá fazê-lo aqui, através da GetYourGuide.
A localização que aqui indicamos é da sede do parque, situada no Ko lanta National Park, onde podemos recolher toda a informação necessária.
O Koh Lanta National Park fica no extremo sul da ilha e é local incrível. Este parque faz parte do Mu Ko Lanta National Park, onde habitam povos nómadas (“Sea Gypsies”), que inclui também outras ilhas protegidas, cujo acesso é interdito na época baixa.
Mu Ko Lanta National Park é um parque marinho que inclui algumas ilhas, assim como o Koh Lanta National Park, que é a sua sede. Além do Koh Lanta National Park, onde as trilhas e cavernas se destacam, também as ilhas Ko Rok, Ko Rok Noi, Ko Gnai e Ko Kradan fazem parte da área protegida, estando fechadas de Maio a Outubro.
Esta ilha tem, sem dúvida, algumas das melhores da Tailândia. Este artigo é dedicada às dez melhores praias de Ko Lanta, que escolhemos de acordo com a beleza natural, acesso, exclusividade e muito mais.
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]]>O Ilhéu de Vila Franca na ilha de São Miguel é um paraíso ímpar, que se define por uma beleza e características singulares. Trata-se de uma cratera vulcânica, situada a menos de um quilómetro da costa sul da ilha, que cria um piscina natural com uma envolvência absolutamente irresistível.

Protegida por paredes que teimam em resistir à passagem do tempo, a praia e a piscina, que é uma circunferência quase perfeita, está protegida da agitação do mar e tem águas calmas e translucidas. Apesar do local ser considerado reserva natural, é possível visitá-lo na época alta, entre os meses de junho e setembro. E, sem dúvida alguma, vale bem a pena, seja para simples contemplação da natureza, seja para relaxar, para dar uns mergulhos ou fazer snorkel.

O Ilhéu de Vila Franca na ilha de São Miguel é, a par da Lagoa das Sete Cidades, da Lagoa do Fogo e das Furnas, um ponto de passagem absolutamente obrigatório para aqueles que visitam a maior ilha dos Açores. Mas, como é natural e se pode antecipar pelo que já dissemos, é um local que atrai muitos turistas, sendo conveniente, senão mesmo fundamental, fazer a reserva antecipada de bilhetes para garantir o nosso lugar num espaço com lotação limitada.

As suas características e beleza únicas foram suficientes para atrair o Red Bull Cliff Diving para os Açores. Há vários anos que o evento de mergulho radical realiza ali uma das suas principais etapas.
Para visitar o ilhéu podemos apanhar um barco no cais do Tagarete, em Vila Franca. Mas a compra deverá ser feita com pelo menos um dia de antecedência, ou mais para não termos um desilusão.
Horários de saída: Os barcos partem à hora certa, entre as 10 horas da manhã e as 18 horas.
Horários de regresso:
Para visitar este pequeno paraíso os locais pagam 6€ e os não residentes 8€.
No entanto, podem-se encontrar pacotes que incluem tanto a visita ao ilhéu, como observação de baleias ou golfinhos. O preços destes tours varia entre os 50€ e os 100€.
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]]>Os Jameos Del Agua são um dos locais mais incríveis da, já de si incrível, ilha de Lanzarote. É um sitio singular, uma gruta vulcânica que foi aproveitada para criar um espaço cultural e uma atração turística, cuja adaptação foi assinada pelo arquiteto local, César Manrique.

No entanto, o maior mérito pela criação de um espaço tão belo será mesmo da natureza, quando muito também do tempo. O Jameo Del Agua é, antes de mais, um tubo de lava com 6 quilómetros, cujo teto sucumbiu à passagem do tempo e ao seu próprio peso. Aliás, Jameo significa isso mesmo, uma passagem ou abertura.

E, seguindo a pista do nome, no plural, sabemos de antemão que existe mais do que um Jameo. Aquele por onde entramos é o Jameo Chico, onde existe um restaurante e onde encontramos a piscina natural. Ao lado desta, um pequeno caminho leva-nos até Jameo grande, à piscina artificial e ao auditório. Neste, com capacidade para mais de 500 pessoas, têm lugar concertos e espetáculos de teatro.
O resultado deste fenómeno natural foi a base do trabalho artístico e arquitetónico , aberto ao público na década de 60. Hoje conta com um auditório, um museu, uma piscina linda e uma zona jardinada. É absolutamente paradisíaco mas a sua singularidade do local não se fica por aqui. Na piscina natural existe uma espécie de crustáceo, albino, que apenas podemos encontrar ali.

Podemos visitar os Jameos del Agua entre as 10h da manhã e as 18.30h. Aos sábados o espaço fica aberto até mais tarde, às 20h.
O restaurante, em dias normais, abre das 11 da manhã às 16.30h. Aos sábados à noite, abre entre as 19 e as 22h.
Para ir a este local, os adultos pagam 15€ e as crianças (entre os 7 e os 12 anos) 7.5€.
Os Jameos del Agua ficam no Norte da ilha, perto de Punta Mujeres, a cerca de 30 minutos de carro de Arrecife.

De taxi é uma viagem muito cara, cerca de 35€, mas é possível ir de bus. Para isso apanhamos o número 9. Este autocarro tem 5 ligações diárias e a viagem demora aproximadamente cerca de 50 minutos. Já o preço ronda os 4€ (R$18), compensando bastante em relação às outras opções.
Consulte o programa cultural no Site oficial.
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]]>A praia de Agonda é o local certo para aqueles que vão em busca de paz e descanso. A praia, com uma dimensão considerável, conta com um areal vasto e sem grandes multidões. Já a vila consiste basicamente numa rua, com algum comércio, restaurantes e alojamentos, não recebendo o turismo em massa que caracteriza locais com Palolem, Anjuna ou mesmo Arambol.
Localizada no sul de Goa, é um refúgio para descomprimir da loucura que caracteriza a Índia. Ali há pouco mais para fazer do que curtir a praia, caminhar, comer e ir a banhos. Não fazer nada será mesmo o que de melhor há para fazer na praia de Agonda. De qualquer forma, para aqueles que se possam aborrecer num ambiente tão calmo, Palolem Beach está a apenas 10 quilómetros dali. Ai não falta agitação e festa, sendo uma das zonas mais animadas da região.
Mas há mais para explorar e fazer na Praia de Agonda. Passear pela vila e pelas suas ruas, visitar as lojas de beira de estrada, admirar a arquitetura colonial, ou ir à Butterfly Beach, que não fica muito longe. Também podemos podemos visitar as ruínas do Cabo de Rama, um antigo forte poruguês que está a 20 minutos de distância. Fazer um dos passeios de barco que existem é outra das possibilidades.
Agonda, como qualquer destino turístico, conta com opções para todos os orçamentos. Na praia existem opções mais luxuosas e mais caras mas, também, outras mais simples e em conta. Para além disso, na rua principal, que fica a apenas dois minutos da praia também existem várias soluções. Nós ficámos nessa zona, no My Friends Place. Um local simpático, super asseado e com um belo restaurante. Custou-nos cerca de 1700 rupias (R$76 /17€) .

No que toca à alimentação, não podíamos ter saído de Agonda mais satisfeitos.
Quando estávamos na praia geralmente almoçávamos no H20, que tem um belo restaurante, com entrada na praia, para além com camas com sombra sobre a areia. Ali o que mais nos impressionou foram os doces. A bebinca e o brownie com gelado estavam soberbos.
Também comemos algumas vezes no restaurante do nosso hotel, o My Friends Place e estava sempre tudo ótimo.
Também fomos experimentar o popular restaurante do hotel Simrose. Tem ambiente ótimo, as sobremesas estavam muito boas mas, talvez por falta de pontaria, o pratos estavam demasiado picantes. Apenas para que conste, pedimos xacuti.
Agonda fica a quase 77 quilómetros do aeroporto de Dambolim. Do aeroporto a opção é ir de táxi ou Ola. A viagem demora cerca demora cerca de 1 hora e custa aproximadamente 2000 rupias, entre 19€ e 25€.
De Vasco da Gama é possivel ir de bus e depois de taxi. Demora cerca de 2 horas e custa entre 10 e 15€. Devemos apanhar a linha 107 que vai para Margão e, depois, seguir para Canacona, que fica a 10 quilómetros da praia de Agonda. O resto da viagem é feita de táxi ou Ola e demora cerca de 15 minutos.
De Palolem a opção é ir de táxi ou de Ola. Custa cerca de 5€ e demora aproximadamente 15 minutos.
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]]>Para saber o que fazer em Ao Nang, Krabi, temos, antes de mais, de saber o que podemos fazer ali perto. Como um ponto relativamente central, uma vila com algum movimento e animação, é ideal como base para explorar os vários locais de interesse que tem nas suas proximidades.
Railay, o tour das 4 ilhas, Hong island ou Pang Na Bay, podem ser facilmente visitados em tours ou passeios de um dia.

Relativamente à vila de Ao Nang, com muitos bares, restaurantes, comércio, centros de massagens e afins, consiste essencialmente em duas ruas principais com epicentro na praia, um longo areal, bom para banhos e para relaxar ao fim da tarde.
Dali podemos apanhar “longtail boats” para Railay e temos vários tours à escolha. Destes destacamos o tour das 4 ilhas, Hong Island e Pang Na Bay mas também é possível visitar as Phi Phi, o Tiger Temple, a Emerald Pool ou as hot springs, partindo de Ao Nang.
Há tantas e tão boas opções, que tornam o desafio de escolher o que fazer em Ao Nang extremamente complicado.
Krabi Town também se encontra a uma pequena viagem de distância. Se apanharmos um mini bus (red taxi) na rua principal demoramos aproximadamente 20 minutos a chegar.
Não vale a pena cair no erro de contratar um tuktuk. Chegam a pedir 800 bath (R$98 / 22€) por uma viagem que, de mini bus, custa apenas 50 bath (R$6 / 1,4€) por pessoa.
De Táxi:
Agora que já sabemos o que fazer em Ao Nang, só falta lá chegar!
Aeroporto de Krabi para Ao Nang: A viagem de 25 minutos custa aproximadamente 15€.
Krabi Town para Ao Nang: A viagem de 35 minutos custa aproximadamente 9€.
Koh Lanta para Nang: A viagem demora 1 hora e custa aproximadamente 41€.
De Bus:
De Krabi Town para Ao Nang (red táxi) : É viagem de 35 minutos que custa aproximadamente 7€.
De Koh Lanta para Ao Nang ( carrinha partilhada): A viagem demora 3.30 horas e custa aproximadamente 35€.
Do aeroporto de Krabi para Ao Nang (carrinha partilhada): A viagem demora 25 minutos e custa aproximadamente 4€.
De Barco:
De Pukhet para Ao Nang: É viagem de 2 horas que tem um custo aproximado de 20€.
Nota: Para saber como chegar à província de Krabi clica aqui.
Em Ao Nang as ruas principais estão cheias de restaurantes mas nós sugerimos, porque a comida é mais barata e muitas vezes melhor, O James Food Center. É um aglomerado de bancas de street food com muitas opções. Fica a cerca de 200 metros da mesquita, seguindo em direção à praia.

Sugerimos alojamento numa das ruas perpendiculares à rua principal, que desemboca na praia. É uma zona mais calma, barata e ainda assim relativamente próxima do centro da vila. Para além disso, as montanhas que a guardam são deslumbrantes.

Outros artigos sobre coisas para ver e fazer em Krabi:
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]]>A capital moçambicana, uma cidade banhada pelo índico, mistura o frenesim próprio das grandes metrópoles, paisagens magníficas e a alegria de um povo acolhedor. Tendo variadíssimos pontos de interesse, vimos aqui sugerir o que fazer em Maputo, o que não pode deixar de ver e visitar nesta cidade repleta de encantos.

Desenhada com as linhas da arquitetura portuguesa, explorá-la para descobrir os seus tesouros pode passar por passeios a pé ou de bicicleta. Esta última poderá mesmo ser a forma ideal para explorar a baixa da capital, passando pelo antigo forte, visitando a Feima, um mercado local, ou percorrendo a costa do sol para desfrutar de um belo final de tarde, entre muitas outras coisas ao alcance de umas pedaladas.
Para lá de tudo isso, a capital moçambicana é rica histórica e culturalmente, contando com inúmeros museus e galerias de arte que muitos não quererão perder, como por exemplo o Museu Nacional de Arte, o Museu da Moeda ou a Casa de Ferro. Os eventos locais que têm lugar ao logo do ano são outra manifestação plena da riqueza cultural de Maputo e proporcionam aos visitantes um experiência autêntica da cidade.
A cidade não é demasiado complexa. É alias bastante simples de navegar, sendo fácil movermo-nos e orientarmos enquanto vamos de uma atração turística para outra. No contexto das grandes cidades africanas pode-se também dizer que é bastante segura, desde que tenhamos as precauções básicas que o bom senso dita. Tendo tudo isto em conta, a nossa sugestão para quem a visita é que não deixe de descobrir maputo com liberdade e ao ritmo desejado.
Uma lista sobre o que fazer em Maputo não poderia deixar de fora as maravilhas gastronomia local e alguns pontos de interesse, relativamente próximos, absolutamente obrigatórios, como as praias paradisíacas da Inhaca Island e Ponta do Ouro, o Maputo Special Reserve ou Kruger Park, para testemunhar na primeira pessoa a savana africana, entre muitos outros locais de sonho.

A melhor altura para visitar um local depende sempre daquilo que temos como prioridade. Se for o clima, então a altura certa para ir vai de maio ao inicio de outubro. Tendo em conta o clima tropical do país, o tempo seco e as temperaturas amenas dessa altura do ano, existem condições ótimas para explorar as maravilhas da cidade e daquilo que existe na sua proximidade.
A estação das chuvas, em Moçambique, acontece entre outubro e abril, sendo mais severa nas zonas altas onde cheias e as inundações mais severas podem ter lugar.
O alojamento em Maputo não é nada barato mas há vários fatores que devemos considerar antes de decidir onde ficar.
Devemos, antes de mais, pensar na proximidade aos pontos que queremos visitar. Optar por um alojamento mais barato, mas mais afastado nem sempre significa poupar. Devemos contabilizar o dinheiro que vamos ter de gastar em transportes para ir visitar cada local da cidade.
Tendo isso em conta, procurar opções na zona de Polana Cimento, com preços a partir de R$64 (14€), ou Sommerchield, com preços a partir de R$166 (38€), será o mais sensato. Para além da proximidade com as principais atrações de Maputo, são conhecidas como zonas relativamente seguras para turistas.
O aeroporto internacional de Maputo fica a 5 quilómetros do centro da cidade. A melhor forma de lá chegarmos será de taxi, que custa cerca de 500 meticais (R$31/7€). Podemos encontrá-los no exterior do terminal mas convém que o preço fique acordado antes de seguir-mos viagem.
Os táxis em Maputo são baratos, fiáveis e a nossa escolha para nos movimentarmos na cidade. Desde que escolhamos táxis oficiais e que os preços sejam definidos previamente, não deverá haver qualquer tipo de problema com esta solução. Além disso, poderemos negociar trajetos que incluam mais do que uma paragem, quando queremos explorar determinada zona da cidade.
Se quisermos andar à vontade, com um carro alugado, é bom que estejamos preparados para o transito meio caótico.
Para além disso, devemos saber que se tivermos o azar de ser mandados parar numa operação stop, é muito provável que tenhamos de fazer um “agrado” às autoridades locais, habituadas a exigir pequenos subornos (a que chamam de refresco). Atenção que isto sucede mesmo quando temos toda a documentação necessária e o carro está ok.
Tendo em conta esta pequena questão cultural, achamos que mais vale recorrer aos táxis para não corrermos o risco de sermos surpreendidos.
Esta é uma alternativa aos transportes públicos. Os mini bus são veículos partilhados e muito baratos. Aqui o grande problema será mesmo a imprevisibilidade e as questões de segurança. Não recomendamos.
Para os nómadas digitais, que viajam enquanto trabalham e trabalham enquanto viajam, Maputo é um local perfeito. Ao muitos pontos de interesse para visitar, a cidade agrega uma enorme oferta de espaços de cowork.
A Cowork Lab, por exemplo, que tem vários centros distribuídos pelas melhores zonas da cidade, oferece todas um “mar” de possibilidades e todas as condições para dar resposta às exigências profissionais dos nómadas digitais. Escritórios privados ou partilhados, alugados ao dia ou por períodos mais longos, salas de reunião e uma série interminável de serviços que vão ajudar a relaxar quem, no meio da férias, também tem de trabalhar.
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]]>Eleger as melhores praias de ko Lanta é um processo difícil, considerando o grande leque de possibilidades, e altamente subjetivo, tendo em conta que cada um de nós valorizará as características de cada praia de forma distinta . Mas uma coisa é certa, esta ilha conta, sem dúvida alguma, com várias praias de sonho e algumas das melhores que podemos encontrar na Tailândia. Se para alguns podem não ser as mais belas, a verdade é que ganham destaque quando, na balança, se consideram critérios como a tranquilidade, a quantidade de turistas exclusividade.

Com esta avaliação, que terá sempre um cunho pessoal e com a qual haverá quem não concorde, procurámos avaliar cada praia de acordo com alguns atributos. A água, a localização, acessibilidade, exclusividade8privacidade e, por fim, a existência de infraestruturas, como restaurantes e bares. Cada pessoa dará maior ou menor importância a este ou aquele aspeto mas, aqui, o nosso objetivo é descrever o que praia tem para oferecer.





Para alguns as melhores praias de Ko Lanta podem ser outras…
A Khlong Nin Beach fica localizada no centro da ilha e conta com uma longa extensão de areia. É ótima para dar uns mergulhos, apesar de ter algumas rochas. Também é relativamente pouco frequentada e poderás com um dia de praia calmo e relaxado.
Esta praia, uma das duas praias de Ko Lanta com este nome, fica imediatamente a sul de Klong Nin Beach. É pequena, com um acesso relativamente complicado, ideal para quem procura um local só para si.
A norte da Bamboo beach , vais encontrar a Khlong Jark Beach, uma versão reduzida e mais recatada da primeira. Esta praia faz parte do lote de opções para quem procura o sossego e fugir da azafama do dia a dia.
A Khlong Dao Beach é uma praia no norte da ilha, a mais próxima do Porto. Apesar de ter o mesmo aspeto de outras praias em Ko Lanta, o facto de haver algum excesso de resorts e de gente torna-a menos atrativa, do nosso ponto de vista.
Para quem gostou do nosso artigo sobre as melhores praias de Ko Lanta, ver também:
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]]>Uma ida a Koh Hong é um passeio que ninguém deve esquecer ao preparar roteiro da Tailândia. Neste conjunto de ilhas, relativamente próximas de Krabi, vamos encontrar praias do outro mundo e paisagens únicas. Mas a Hong Island, um autêntico paraíso na terra, será sem dúvida o ponto alto de um programa fantástico.

Hong Island
Num tour por esta zona podemos esperar praias virgens, locais perfeitos para fazer snorkeling e uma lagoa inacreditável, abraçada por rochedos de calcário, com apenas uma pequena gruta a servir de entrada. Ali podemos fazer passeios por pequenos trilhos, andar de kayak, ou simplesmente relaxar.
Veja também: O que fazer em Krabi…
Para visitar a Hong Island podemos fazer um tour de um dia a partir de Railay, Ao Nang e muito outros pontos próximos, como as Phi Phi ou Phuket.
Em Ao Nang e Krabi Town podes encontrar várias ofertas para fazer este tour. Umas mais baratas, outras nem tanto, mas não devemos deixar de negociar bem o preço porque não é difícil baixar o preço tabelado para cerca de metade.
A Hong Island é um local idílico, protegido, que está inserido no parque nacional Than Nok Khorani, podendo ser visitado apenas durante o dia e não sendo possível passar lá a noite.
A praia é deslumbrante e também é possível fazer trilhas e testemunhar, em primeira mão, o habitat quase intocado dos lagartos monitores.

Nós visitámos este local através de um tour, em Setembro, na reta final da low season, pelo que conseguimos desfrutar de alguma exclusividade, havendo poucos turistas.
Não temos dúvidas de que na época alta esta zona se encontre apinhada de turistas, pois todo o mundo quer um pouco de paraíso. Ainda assim, acreditamos que vale a pena investir tempo e dinheiro para conhecer este local.
A Hong Lagoon foi a grande surpresa do passeio de Railay para Hong Island. Se em relação à ilha as expectativas estavam altas, em relação à lagoa não esperávamos nada assim.
O local é inacreditável. A pequena entrada, entre os rochedos que abraçam o corpo de água cristalina, fazem da Hong Lagoon um sonho de onde não apetece sair. Ali é possível dar alguns mergulhos e desfrutar da paisagem incrível, antes de partir para a próxima paragem do passeio.

Hong Lagoon
Esta pequena ilha, também conhecida como Paradise Island, foi outro dos pontos de paragem nosso passeio a Hong Island. Este local, com uma pequena praia, é o local ideal para fazer um pouco de snorkel.

Koh Lao La Ding
Há muita vida marinha e podemos passar um bom bocado, buscando peixes coloridos entre rochedos e turistas que, infelizmente, são demasiados para um local tão pequeno. De qualquer forma vale a pena e o tempo será bem investido.
O parque está aberto ao público durante todo o ano embora, durante as monções, o estado do mar possa não permitir a visita. À noite não é permitido permanecer na ilha.
A visita à ilha custa 400 bath (R$58 / 11€). Esse valor poderá estar ou não incluído no valor total do passeio. Convém confirmar.
Podemos visitar Hong Island a partir de vários locais, como Ao Nang, Krabi Town, Phi Phi e outros locais próximos. No nosso caso, contratámos um tour em Ao Nang mas também é possível contratar um barco em Nopparathara Beach. A viagem poderá demorar 15 a 40 minutos, de acordo com o tipo barco.
Descubra também:
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