O Koh Lanta National Park fica no extremo sul da ilha e é um local incrível para quem gosta de natureza. Este parque faz parte do Mu Ko Lanta National Park, onde habitam povos nómadas (“Sea Gypsies”), que inclui também outras ilhas protegidas e cujo acesso é interdito na época baixa.

Relativamente a esta zona do parque, em Koh Lanta, o destaque são as encostas de floresta tropical, a vista a partir de alguns miradouros e claro, os trilhos na natureza, assim como algumas grutas. Para visitar estas últimas teremos de contratar um guia, que nos irá custar aproximadamente 300 bath (R$35 / 8€).
Se visitarmos o Koh Lanta National Park na época baixa, temos que nos lembrar que os percursos e trilhos não são alvo de manutenção nessa altura. O mais normal é que, ao iniciar a caminhada, nos dê a sensação de que não é muito usado, pois muitas vezes o caminho estará meio obstruído por vegetação e isto poderá causar alguma hesitação durante o percurso.
Apesar disso, nessa época, e para quem gosta pouco de multidões, a quase inexistência de turistas poderá tornar os trilhos pedestres e experiência ainda mais apelativos.
Para além de tudo isto, o Koh Lanta National Park conta ainda duas praias lindas, muitas vezes povoadas por macacos, e com um miradouro que, entre estas, nos dá melhor perspectiva e vista sobre o parque.
A Outra mais valia da visita ao sul da ilha será o trajeto, onde iremos encontrar algumas das melhores praias de Koh Lanta, como a bamboo beach ou a Ao Nui Beach. Vale muito a pena visitar este local, principalmente, indo de scooter e podendo andar ao nosso ritmo, parando sempre que nos apetece.
Outros artigos sobre coisas para ver e fazer em Ko Lanta:
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]]>As Hot Springs em Krabi, situadas no meio da floresta, são nascentes de água quente proveniente de câmaras vulcânicas.

Ao longo dos anos o curso da água formou uma espécie de cachoeira com jacuzzis naturais, onde nos podemos sentar e relaxar, se aguentarmos a temperatura elevada da água no ambiente quente e húmido da Tailândia.
Na Hot Springs em Krabi a água pode chegar aos 40 graus mas, mesmo assim, vale a pena experimentar estas águas ricas em sais minerais, que se dizem com propriedades curativas. Se o calor for demasiado podemos sempre refrescar-nos no rio que corre mesmo à frente.
Este local fica no coração de uma floresta tropical, a cerca de uma hora de Krabi e a quinze minutos da Emerald Pool. Tem alguns trilhos que podemos explorar, enquanto desfrutamos da natureza e do ambiente tranquilo.
Para visitar as Hot Spring, em Krabi, podemos dedicar uma manhã ou uma tarde, antes ou depois de visitar a Emerald Pool. No entanto, se no mesmo dia quisermos visitar o Tiger Cave Temple, que também fica próximo, convém não perder mais do que uma a duas horas neste local.
Podemos visitar este local entre as 7 da manhã e as 6 da tarde.
A entrada nas Hot Springs custa 100 bath, cerca de 2,6€ ou, se visitarmos também a Emerald Pool, podemos comprar o bilhete conjunto por 200 bath1 cerca de 5€.
Podemos fazer um tour que inclua também a Emerald Pool e o Tiger Cave Temple ou, se quisermos gerir o nosso tempo à vontade, contratar um táxi que garanta a ida e o regresso. Recomendamos a primeira opção, já que um dia é o tempo ideal para explorar os 3 locais.
Se formos de scooter ou de carro, devemos apanhar a autoestrada n.º4, em direção a Amphur Klong Thom. Depois viramos para a estrada n.º 4038 e voltamos a virar para estrada Sukhanphiban 2. A partir dai basta seguir a sinalização para a Emerald Pool e Hot Springs.
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]]>Um dos lugares mais bonitos dos Açores, e também um dos pontos turísticos mais conhecidos, é a Lagoa das Sete Cidades em São Miguel.

Esta é uma lagoa formada na cratera de um vulcão, que tem duas cores distintas: azul e verde. A paisagem é de uma beleza inspiradora. Parece, de facto, uma pintura.
Ao chegar ao miradouro da Vista do Rei, poderá disfrutar da maravilhosa vista panorâmica sobre a lagoa ou, se não resistir à curiosidade, entrar no abandonado Hotel abandonado Monte Palace, para explorar o que resta de um dos hotéis mias luxuosos que existiram na ilha. A partir do seu telhado a vista tem ainda mais alcance sobre o paraíso ao redor.

Seguindo, no caminho até à freguesia das Sete Cidades, localizada junto à lagoa, pode deleitar-se com os campos e montanhas verdes repletos de vaquinhas de ar feliz, assim como com as hortênsias que se debruçam sobre as estradas. Pelo caminho, pare nos miradouros do Cerrado das Freiras e da Lagoa de Santiago, e disfrute uma vez mais das lindas vistas.
De seguida, atravessará uma ponte que passa no meio da lagoa, onde a parte verde se encontra com a azul, e aí encontrará a pitoresca povoação que habita o paraíso da Lagoa das Sete Cidades, em São Miguel.

Se é tranquilidade e beleza natural que procura, esta povoação é o lugar ideal. Tem um extenso relvado à beira da lagoa onde é possível fazer piqueniques, ou outras atividades como andar de bicicleta, canoagem, nadar, acampar e caminhar pelos trilhos à beira da lagoa, repletos de vegetação.
Os amantes das caminhadas podem percorrer os trilhos pedestres desde a Vista do Rei, em vez de descer de carro, e assim mergulhar mais profundamente na natureza. Lá em baixo, ao nível da lagoa, podemos também seguir o trilho que começa pouco depois da Julio’s Cave. Nesse percurso o verde assalta o nosso campo de visão, imergindo-nos num ambiente quase mágico.

Aqueles que preferirem fazer canoagem ou andar de bicicleta, podem recorrer à loja do parque da lagoa das Sete Cidades, um ótimo lugar para obter informações, e onde podem alugar os equipamentos.
Além de tudo isso, existem também cafés na zona adjacente à lagoa, assim como na freguesia, onde podemos petiscar alguma coisa e provar a gastronomia local. Tem por perto parques de merendas, para os que já trazem comida. Não podemos deixar de visitar a bonita igreja de São Nicolau, cujo caminho de acesso é bordejado por árvores altas.

Por perto tem também outras lagoas, conhecidas como Lagoa do Canário, Lagoa de Santiago, Lagoa Rasa, entre outras. Perto da Lagoa do Canário não perca uma visita ao Miradouro da Grota do Inferno, não tão popular e cujo acesso passa muitas vezes despercebido. Este miradouro tem uma vista abrangente e incrível, sobre a Lagoa das Sete Cidades, Lagoa do Canário, Lagoa Rasa, Lagoa de Santiago, da Serra Devassa e do mar. Outro miradouro que merece destaque, um pouco mais afastado do percurso mais popular, é o miradouro das Cumeeiras.
Na Lagoa das Sete Cidades, em São Miguel, se é verdade que a nota dominante é natureza, também podemos dizer que ali não nos faltará nada. É uma combinação perfeita. Acima de tudo, aproveite para assimilar a atmosfera calma dos lugares, que decerto o vai contagiar.
Transmitida oralmente, é uma fábula tradicional que explica a diferença entre as cores das duas lagoas. Segundo reza a lenda, o amor proíbido entre uma princesa de olhos azuis e um pastor de olhos verdes culminou num derradeiro momento de despedida. Foi então que cada um, chorando copiosamente, deu origem a uma lagoa com a côr dos seus olhos.
É possível chegar à Lago de 3 formas:
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]]>O Ilhéu de Vila Franca na ilha de São Miguel é um paraíso ímpar, que se define por uma beleza e características singulares. Trata-se de uma cratera vulcânica, situada a menos de um quilómetro da costa sul da ilha, que cria um piscina natural com uma envolvência absolutamente irresistível.

Protegida por paredes que teimam em resistir à passagem do tempo, a praia e a piscina, que é uma circunferência quase perfeita, está protegida da agitação do mar e tem águas calmas e translucidas. Apesar do local ser considerado reserva natural, é possível visitá-lo na época alta, entre os meses de junho e setembro. E, sem dúvida alguma, vale bem a pena, seja para simples contemplação da natureza, seja para relaxar, para dar uns mergulhos ou fazer snorkel.

O Ilhéu de Vila Franca na ilha de São Miguel é, a par da Lagoa das Sete Cidades, da Lagoa do Fogo e das Furnas, um ponto de passagem absolutamente obrigatório para aqueles que visitam a maior ilha dos Açores. Mas, como é natural e se pode antecipar pelo que já dissemos, é um local que atrai muitos turistas, sendo conveniente, senão mesmo fundamental, fazer a reserva antecipada de bilhetes para garantir o nosso lugar num espaço com lotação limitada.

As suas características e beleza únicas foram suficientes para atrair o Red Bull Cliff Diving para os Açores. Há vários anos que o evento de mergulho radical realiza ali uma das suas principais etapas.
Para visitar o ilhéu podemos apanhar um barco no cais do Tagarete, em Vila Franca. Mas a compra deverá ser feita com pelo menos um dia de antecedência, ou mais para não termos um desilusão.
Horários de saída: Os barcos partem à hora certa, entre as 10 horas da manhã e as 18 horas.
Horários de regresso:
Para visitar este pequeno paraíso os locais pagam 6€ e os não residentes 8€.
No entanto, podem-se encontrar pacotes que incluem tanto a visita ao ilhéu, como observação de baleias ou golfinhos. O preços destes tours varia entre os 50€ e os 100€.
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]]>O Doi Inthanon National Park tem uma área de 480 km2 e, para lá da beleza natural, tem variadíssimos motivos de interesse, capazes de atrair uma quantidade enorme de visitantes todos os anos. A zona é habitada por várias tribos que mantêm, ainda hoje, estilos de vida ancestrais. E, no conjunto dos seus apelos, é sem dúvida um ponto de paragem obrigatório para que visita Chiang Mai.

Doi Inthanon é o pico mais alto da Tailândia, com 2565 metros de altitude, e é um paraíso natural, com vários trails, para aqueles que gostam de caminhadas e de explorar a natureza. Poderás explorar o parque com a ajuda de um mapa ou contratar um guia se sentires necessidade.
Perto do cume existem dois chedis com imagens esculpidas e pinturas murais, dedicadas à família real. A vista a partir daquele local é absolutamente deslumbrante, principalmente no dias de céu limpo que, infelizmente, não são tão frequentes como noutras zonas da Tailândia. Ali, devido à altitude, as temperaturas são consideravelmente mais baixas, pelo que recomendamos ir prevenido com roupa mais quente, especialmente se tivermos intenção de explorar o parque de mota.
A mota talvez seja mesmo a forma ideal de explorar o Doi Inthanon National Park, já que bem perto existem várias vilas que merecem uma vista. Khun Ya Noi ou uma Karen Village (Ban Mae Ab Nai) são locais podemos testemunhar um estilo de vida singular e cheio de cor. Se quisermos explorar o parque mais do que um dia, existem opções de alojamento como um parque campismo e chalés. As vilas mais próximas também são uma opção passar a noite.
A entrada no parque custa 300 bath, cerca de 8€, para adultos. Crianças entre os 3 e os 14 anos pagam 150 bath, aproximadamente 4€.
Podemos visitar o parque Doi Inthanon entre as 6 da manhã e as 6 da tarde.
Para ir de Chiang Mai para Doi Inthanon devemos seguir a estrada 108, em direção a Chomthong. Ao fim de 57 km virar à direita para a estrada 1009. Depois é só seguir esta estrada por mais 31 km e chegamos à entrada do parque. Este trajeto demora aproximadamente uma hora e meia.
Veja também outros artigos sobre coisas para fazer e ver em Chiang Mai:
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]]>A Emerald Pool em Krabi é para aqueles que gostam de passear e desfrutar da natureza. Localizada, mais ou menos, a uma hora de Ao Nang, fica no Thung Teao Forest Natural Park, dono de uma beleza natural incrível.

O que mais nos surpreendeu neste local foi percurso, feito de ribeiros, árvores e aves, que nos acompanham até ao nosso destino e objetivo, a Emerald Pool. Trata-se de uma piscina natural de água temperada, translucida e cor de esmeralda, cujo convite para um mergulho é absolutamente irresistível.

Caminho para a lagoa
No entanto, não nos engane-mos, devemos estar preparados para encontrar mais turistas do que seria desejável. Tirar uma fotografia sem dezenas de pessoas, como pano de fundo, pode ser um desafio mesmo quando visitamos a Emerald Pool em época baixa.
Ainda assim vale a pena la ir, não só pelos mergulhos mas, acima de tudo, pela zona natural que podemos explorar caminhando calmamente.

Para além disso, é fácil enquadrar a Emerald Pool num roteiro bem atrativo para um dia das nossas férias. Podemos aproveitar a proximidade e visitar o Tiger Cave Temple e as Hot Springs que ficam bem próximas. Há vários tours e opções que podem ser consultadas aqui.
Convém não esquecer de levar água e comida porque no parque não encontrámos qualquer tipo de comercio, a não ser à entrada.
Está aberta todos os dias, durante o dia.
A entrada na Emerald Pool em Krabi custa 200 bath, cerca de 5€, para adultos e 100 bath (+/- 2,50€) para crianças.
A Emerald Pool fica perto de Bang Teao Village, a aproximadamente um hora de viagem, para sul de Ao Nang. Para lá chegarmos, seguimos pela auto estrada n.º 4 em direção a Amphur Klong Thom. Depois viramos à esquerda, para a estrada n.º 4038, e depois à direita, entrando numa estrada rural. Ai basta seguir as indicações para a Emerald Pool Waterfall.
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]]>A Lagoa das Furnas em São Miguel faz parte de um trio a não perder para quem visita a ilha. Apesar de menos conhecida ou popular do que a Lagoa das Sete Cidades ou a Lagoa do Fogo, a Lagoa das Furnas possui encantos muito próprios, que constituem um convite irresistível quando exploramos esta zona da ilha açoreana.
O incontornável verde luxuriante, as fumarolas onde se prepara o cozido e a bela Capela de Nossa Senhora das Vitórias, são apenas alguns dos apelos de um local único e a não perder.

A uma altitude de 600 metros, este corpo de água repousa numa formação vulcânica adormecida desde o século XVII, que tem muito para explorar. Desde simplesmente contemplar a beleza natural envolvente, a percorrer trilhos ou a visitar o Centro de Monitorização e Investigação das Furnas.
Veja também: Lagoa das Sete Cidades e Ilhéu de Vila Franca, um paraíso que ninguém deve perder…
Numa das suas margens, perto do parque de estacionamento, encontramos as incríveis caldeiras e fumarolas que dão um carater único ao, também ele incrível, cozido das furnas. No local, é possível perceber onde são colocados os tachos que, mais tarde, são servidos nos restaurantes das proximidades. As panelas são enterradas bem cedo e permanecem ali durante meia dúzia de horas, antes de voltarem a ser desenterradas, para serem servidas à hora de almoço.
Estas caldeiras, em constante ebulição de águas que chegam aos 90º, libertam vapores que ao se misturarem com o verde somam misticismo e beleza à paisagem. No entanto, apesar de devidamente sinalizadas, representam um perigo que deve ser considerado, principalmente por quem tem crianças à sua responsabilidade.

Esta construção dos século XIX, diga-se à partida, parece bem mais antiga. Imponente, no meio da natureza, é de facto um edifício muito belo. A construção desta capela neogótica foi motivada por uma promessa de José do Campo, cuja crença o fazia acreditar que a doença da sua mulher podia ser resolvida com este ato de fé. Hoje ambos repousam na capela que, naturalmente, se acabou por tornar o mausoléu de ambos.

Este centro na Lagoa das Furnas em São Miguel, ajuda-nos a compreender a história geológica do complexo vulcânico das Furnas, assim como todo o trabalho de proteção e recuperação do ecossistema e paisagem locais.
Horários:
Preços:
Para aqueles que gostam de explorar caminhando, existe um trilho com cerca de 10 kms que podemos percorrer. É uma forma alternativa de explorar a zona, sem dúvida mais imersiva.
O trilho, que a bom ritmo pode ser feito em 3 horas, inicia-se no Largo das Bicas, próximo do Parque Terra Nostra, e guia-nos através de sinalética por um percurso que inclui passagens por locais como:
Se houver vontade, faça o download do folheto do trilho.
Este local é indicado para os amantes da natureza que ainda não tenham saciado o seu apetite por verde e ar puro.
Depois de adquirido pelo Governo Regional, a zona correspondente ao Parque da Grená, antiga propriedade de um consul inglês, foi recuperada e preparada para receber visitantes. O verde, a que por esta altura já nos estamos habituados, conjuga-se com cursos de água, passadiços, um jardim e um palacete, para nos convidar a mais um mergulho num cenário feito de natureza e, neste caso, também de história.
É mais um dos apelos da Lagoa das Furnas em São Miguel, que podemos visitar por 10€, à excepção das crianças até 10 anos, cuja entrada é gratuita. Ora, a questão é se aquilo que acrescenta ao que já vimos justifica o preço do bilhete.
Horário
Partindo da zona das caldeiras na Furnas, siga pela rua Formosa por 300 metros, e vire à direita em direção à rua dos Moinhos e EN1-1A. Quando chegar a um cruzamento, com indicação de beco sem saída em frente, vire à esquerda siga por cerca de 2,5kms. Vai passar pela bela estrada de curvas e alguma inclinação até encontrar uma tabuleta com indicação das caldeiras e ai:
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]]>A não perder numa passagem por São Miguel, o Parque Terra Nostra nas Furnas é um local absolutamente deslumbrante, dono de uma atmosfera incrível. Para além dos banhos quentes em águas termais, tingidas de ocre, a densa mata de um verde luxuriante convida a passeios demorados, para nos perdermos por horas, enquanto respiramos natureza.

Com mais de 200 anos de história, foi pelas mãos do cônsul dos Estados Unidos e, mais tarde, do Visconde da Praia que muito do que podemos ver hoje veio a ser.
O Parque Terra Nostra nas Furnas tem mais de uma dúzia de hectares, um éden para aqueles que apreciam natureza. A flora combina espécies endémicas dos Açores, que convivem lado a lado com muitas espécies importadas.
Veja também: Lagoa das Sete Cidades e Ilhéu de Vila Franca, um paraíso que ninguém deve perder…
Um dos cartões de visita do Parque e da Ilha de São Miguel, é este tanque de águas termais construído no século XVIII tem uma temperatura a rondar os 40 graus, de águas férreas muito ricas em minerais essenciais.
Seja logo à chegada, seja antes de ir embora, depois de explorar todos os recantos do parque, é uma experiência a não perder. Uma ou duas horas passam-se muito bem naquelas águas, super relaxantes, enquadradas num cenário idílico.
Como bónus, o complexo possui ainda uma zona de jacuzzis, também super convidativos.

Apesar do apelo das águas termais, o melhor do Parque Terra Nostra, em São Miguel, será mesmo o sem número de recantos que concorrem para formar um cenário inesquecível. Mais de 700 espécies de camélias, riachos, lagos, trilhos e plantas de todos os género imagináveis, contribuíram para os vários prémios e distinções com o que o parque já foi distinguido.
Trata-se, que não restem dúvidas, de um dos mais meritórios cartões de visita de São Miguel, a par de locais como as lagoas das Sete Cidades e Fogo, ou o Ilhéu de Vila Franca.
Para tirar o melhor da nossa visita podemos recorrer aos mapas fornecidos pelo parque. Devemos reservar pelo menos uma manhã ou uma tarde para não deixar nada por fazer e ver.
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]]>A Caldeira Velha na Ribeira Grande é um local muito especial, pela sua beleza natural e pelos banhos termais, de água a escaldar, que atraem multidões de turistas.
Faz parte das atrações mais populares da ilha de São Miguel e, não fossem os seus grandes apelos mais condizentes com uma exclusividade que não existe, estaria certamente no topo das preferências entre os amantes da natureza.
O facto é que o excesso de turistas castra o potencial do local para relaxar, quer nos banhos quentes, quer na simples contemplação da natureza.

A Caldeira Velha na Ribeira grande é considerada um monumento natural e define-se por isso mesmo. Possui uma grande biodiversidade, guardada por vegetação densa, de um verde luxuriante que esconde, nos seus recantos, “jacuzzis naturais” de água termal, que chega aos 35º, a que é difícil resistir.
Para além das poças, existe uma cascata onde também é possível tomar banho. Convém, no entanto, levar o pior dos nossos fatos de banho. A água férrea é impiedosa. Lembramos ainda a existência de cacifos, onde podemos deixar as nossas coisas para tirar maior partido de tudo aquilo.
O cenário é de uma beleza incrível, sendo difícil imaginar como seria poder tirar partido daquele contexto com menos pessoas à volta. Isso terá sido um privilégio exclusivo dos locais, antes do boom turístico. Hoje, e ainda bem, tem um limite ao número máximo de visitantes em simultâneo, fixado nos 250. O tempo máximo de permanência no complexo é de duas horas. Ainda assim valerá a pena visitar o local.

Fazendo parte da formação vulcânica da Lagoa do Fogo, é um ponto de paragem pertinente no caminho que nos leva da Ribeira Grande para esta, ela sim, imperdível e de passagem obrigatória.
Para além dos banhos, da natureza e do percurso fabuloso que nos leva até às poças, há outro apelo que pode fazer as delicias dos mais curiosos e ávidos de saber: o centro de interpretação.

Nesta infraestrutura, que funciona como uma espécie de museu, podemos perceber, do ponto de vista natural, o que torna aquele local tão especial. Este espaço de promoção disponibiliza informação de carácter educativo que nos permite viajar das origens geológicas do local, até as suas características atuais no que respeita à biodiversidade.
Existem duas opções no toca às visitas.
Monumento Natural + Centro de Interpretação Ambiental da Caldeira Velha + Poças Termais:
Monumento Natural + Centro de Interpretação Ambiental da Caldeira Velha:
Partido da cidade, seguimos para sudeste através do Caminho da Todela, em direção à rua Pico das Freiras e viramos à esquerda para essa rua. Passado um quilómetro viramos à direita e, após 700 metros, à esquerda. Prosseguimos por mais 300 metros e chegamos a uma rotunda. Ai, seguimos pela primeira saída, para a rua da Assomada e estrada nacional 1-A1.
Depois de percorridos 2 quilómetros chegamos à estrada ER3-1, seguimos mais 300 metros e viramos à esquerda para a estrada EN5-2A. Passados cerca de 3,5 quilómetros, chegaremos à entrada para o parque de estacionamento.
Em alternativa, podemos contratar um tour que inclua esta e outras atraçãos. Há varias opções que pode ser consultadas aqui.
Descubra também:
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]]>A Lagoa do Fogo na ilha de São Miguel foi, sem dúvida, um dos locais que mais gostámos de visitar numa ilha onde a concorrência é feroz, com vários de lugares e pontos de interesse repletos de encantos muito próprios.
Com tudo aquilo que viemos a descobrir sobre o local, não é de estranhar que esta lagoa, um paraíso natural único, se destaque entre os principais cartões de visita do arquipélago dos Açores, ombreando com a super popular Lagoa das Sete Cidades.

A segunda maior e a mais alta, a Lagoa do Fogo na ilha de São Miguel, repousa na cratera do vulcão do fogo. Este, será o mais novo entre os seus pares e terá surgido à cerca 15 mil anos, na zona central da ilha. Trata-se formação geológica, capaz de impressionar os mais exigentes, entre os amantes da natureza. Ostenta uma flora endémica luxuriante que lha dá outro brilho e que caracteriza a Serra de Água de Pau.
A combinação de todas estas valências contribuiu para que fosse classificada como uma zona especial de conservação (uma reserva natrual) e integrada na Rede Natura 2000. Ingredientes que, todos somados, fazem da Lagoa do Fogo um dos pontos passagem obrigatória na ilha de São Miguel.
A paisagem e a vista do topo da cratera está longe de ser o único apelo para quem visita a Lagoa do fogo na ilha de São Miguel. Para os mais corajosos, há um prémio ainda mais gratificante. Descer do topo até à base, para ver a lagoa de perto, é um mergulho imersivo num cenário natural, quase virgem e intocado. Se a descida é convidativa, a subida nem tanto. Mas não se duvide, depois de desfrutar do cenário que encontramos lá em baixo vamos, certamente, encarar a subida totalmente renovados.
15 a 20 de minutos devem ser suficientes para chegar lá abaizo. Já para o retorno, com algumas paragens pelo meio para respirar, acrescentam-se uns 10 minutos. Poderá ser um percurso com troços um pouco sinuosos e ingremes, um pouco complicados para pessoas com menor mobilidade ou crianças em idade de colo, mas valerá a pena para a maioria.
Para além do óbvio, de ser um local lindo e tranquilo, permite tirar partido de tudo aquilo com alguma exclusividade. É que sendo a Lagoa do Fogo, na ilha de São Miguel, tão concorrida, verifica-se uma grande aglomeração de pessoas no topo, especiamente no miradouro junto à estrada, perto do parque de estacionamento. Felizmente nem todos se aventuram a descer e muitos deixam-se ficar por ali, entre selfies e conversa.
Lá em baixo, podemo-nos sentar e contemplar a paisagem ou percorrer trilho que nos leva até à praia, a que podemos dedicar algumas horas. Como lá em baixo não há nada, convém ir prevenido com snacks, água, chapéu, bem calçado e, claro, saber exatamente como está a nossa forma física.
Na verdade, confesso, um pouco sem fôlego, em alguns momentos deparei-me com pessoas na casa dos 60 anos e outras com crianças pequenas, especialmente estrangeiros, que pareciam dar um simples no parque, completamente à vontade com a exigência do percurso.
Dai que, mais do que dizer que não é recomendável para pessoas desta ou daquela idade, prefira sugerir o passeio a quem se sinta confortável com o desafio de ofegar um pouco e andar com precaução, até chegar à caldeira da Lagoa do Fogo na Ilha de São Miguel.
A partir da Ribeira Grande para o Miradouro Sobre a Lagoa do Fogo
Partido da cidade, seguimos para sudeste através do Caminho da Todela, em direção à rua Pico das Freiras e viramos à esquerda para essa rua. Passado um quilómetro viramos à direita e, após 700 metros, à esquerda. Prosseguimos por mais 300 metros e chegamos a uma rotunda. Ai, seguimos pela primeira saída, para a rua da Assomada e estrada nacional 1-A1.
Depois de percorridos 2 quilómetros chegamos à estrada ER3-1, seguimos mais 300 metros e viramos à esquerda para a estrada EN5-2A. Passados 8 quilómetros, aproximadamente, chegaremos ao parque de estacionamento adjacente ao miradouro Sobre a Lagoa do Fogo, que dá acesso à lagoa. É possível que o parque de estacionamento esteja lotado e que seja necessário aguardar um pouco por uma vaga.
O melhor será sempre ir cedo.
Em alternativa, podemos contratar um tour que inclua esta e outras atraçãos. Há varias opções que pode ser consultadas aqui.
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