O City Palace Jaipur é um dos locais mais populares entre quem visita a cidade cor-de-rosa. Tendo sido construído na mesma altura em que a cidade foi fundada, quando o Maharaja Sawai Jai Singh II , entre os séculos XVII e XVIII, deslocalizou a capital do Rajastão de Amer para Jaipur, possui um grande simbolismo para os locais. Essa mudança esteve intimamente ligada à falta de água e ao crescimento populacional.

Este complexo assumiu então uma enorme importância, não só administrativa mas também cultural e religiosa. Com uma arquitetura sublime, tornou-se a residência real, o centro administrativo e cerimonial da nova capital. Hoje é um importante ponto turístico, que conta com belos pátios e jardins, com uma zona de comércio, onde artesãos locais vendem os seus produtos e que, em alguns casos, são produzidos ali mesmo. Há também um museu bélico, repleto armas e armaduras, galerias de arte, fotografia, têxtil e ainda alguns templos.

O grande destaque e o que justifica verdadeiramente a visita será a arquitetura e os próprios edifícios. Muito trabalhados e bem preservados, são um deleite para o olhos. Por outro lado, o grande problema é quantidade excessiva de turistas que, em certos pontos, fazem fila para tirar uma fotografia ou uma selfie.
Chamamos a atenção, também, para as restrições na utilização de máquinas fotográficas. Nem sempre é evidente, mas em certas zonas existem sinais de proibição e o seu uso não é permitido. Por exemplo no museu das armas, sem que me apercebesse, passei por um sinal e continuei a tirar fotos, acabando por pagar uma multa de 500 rupias. O segurança não falava inglês e a cordialidade não era um dos seus fortes, acabando por nos proporcionar um momento pouco agradável.

Outra das razões para visitar o City Palace Jaipur é a proximidade com o Jantar Mantar, sendo que podemos aproveitar para visitar um depois do outro.
A entrada é, na nossa opinião, exageradamente cara, quando comparamos com outras atrações. Para entrar no palácio temos que pagar 700 rupias (7.80€). O bilhete “Museum at Night” custa 1000 rupias (+/-11€).
O City Palace pode ser visitado entre 9 da manhã e as 5 horas da tarde.
Localizado no centro das muralhas da cidade é de muito fácil acesso, seja de uber, seja de rickshaw.
Se o Rain Rahul, quem recomendamos vivamente, não estiver disponível, contrate aqui um tour à sua medida.
Veja também outros artigos sobre coisas para fazer em Jaipur:
Segue-nos nas redes sociais
The post City Palace Jaipur appeared first on Backpackers Bay.
]]>Hawa Mahal, também conhecido como “Palace of Winds”, é um dos mais icónicos cartões de visita da cidade cor-de-rosa e da Índia.
Construído em arenito no século XVIII, este palácio situado no centro de Jaipur, faz parte dos lista dos monumentos mais fotografados do país.
O “Palace of Winds” popularizou-se pela grande quantidade de pequenas e belas janelas, quase um milhar. Estas permitem a circulação do ar, tornando-o ventoso e agradável, tendo em conta o clima do Rajastão. Isto acabou por motivar um segundo batismo, sendo hoje conhecido como Palace of Winds. .

Já no que toca à sua origem, foi mandado construir pelo Rajput Sawai Singh como parte do palácio real e o seu propósito seria de permitir às esposas do rei, e às mulheres da família real, observar a rua sem, por sua vez, serem observadas. Isto era algo absolutamente proibido pelo sistema Purdah.
Para além disso, os seus cinco pisos e o seu formato estão carregados de simbolismo, representando a coroa de Krishna.
A sua cor imponência são magnificas e vale a pena visitar o local, nem que seja simplesmente para admirar a impressionante fachada a partir da rua.

No interior do Hawal Mahal é tudo bem mais simples e austero, ainda assim, ali podemos admirar os vitrais magníficos, alguns compartimentos, divisões e terraços e, ainda, algumas salas que documentam a história da região com alguns tesouros arqueológicos. Para além disso, é apontado com um dos locais com melhor vista sobre a cidade.
De qualquer forma, visitar o palácio vale essencialmente pela fachada. Visitar o seu interior poder-se-à ou não justificar. Não é absurdamente caro e talvez valha a pena. Dependerá de cada um.

A melhor a altura para visitá-lo será de manhã, quando os raio de sol entram pelas janelas, realçando as belas cores do monumento.

A entrada no palácio custa 200 rupias, cerca de 2,25€.
O palácio pode ser visitado entre 9 da manhã e as 4.30 da tarde.
Fica localizado na rua principal da cidade de Jaipur, não muito longe do City Palace e do Jantar Mantar.
Se o Rain Rahul não estiver disponível, contratem aqui um tour personalizado.
Veja também outros artigos sobre coisas para fazer em Jaipur:
Segue-nos nas redes sociais
The post Hawa Mahal, o “Palace of Winds” de Jaipur appeared first on Backpackers Bay.
]]>Nahargarh Fort é um dos três fortes mais conhecidos de Jaipur e, juntamente com o Amber Fort e Jaigarh fort, servia o propósito de defender a cidade. Com uma vista privilegiada sobre Jaipur, esta fortificação, que originalmente se tinha o nome de Sudarshangarh , foi rebatizada de Nahargarh em homenagem ao espírito que, de acordo com a lenda, assombrava o local.

Construído no século XVIII com um propósito bélico, as suas muralhas estendiam-se até ao forte Jaigarh, que guarda a cidade de Amber. Nunca tendo sido atacado ou testado num contexto de conflito acabou, mais tarde, por ser reconvertido através da construção de alguns palácios e habitações destinados às esposas do rei.

Ali podemos percorrer as muralhas, enquanto desfrutamos de um perspectiva única da cidade de Jaipur, explorar os corredores e as inúmeras divisões com uma arquitetura digna do Maharaja e, ainda, encontrar reservatórios de água ou, até mesmo, uma inesperada estátua de Gandhi a contemplar a paisagem.

O Nahargarh Fort conta ainda com um museu de cera que é demasiado caro para o que oferece.
Quando chegar a hora de contratar um condutor de rickshaw, é provável que este não sugira ou desaconselhe a visita a este forte, já que a viagem é relativamente longa e exigente para os motores cansados do seu veículo. Mas insistam, não pagam muito mais por isso e de uma assentada podem despachar os três fortes. Pelo caminho vão ainda encontrar pequenas ruínas medievais que assinalam um ponto de paragem obrigatório para observar a paisagem e tirar algumas fotos.
Contrate aqui um tour personalizado e garanta um dia em grande.

A entrada no forte custa 200 rupias, cerca de 2.20€.
O Nahargarh Fort pode ser visitado entre as 10 da manhã e as 17.30 horas.
O forte fica a 6 quilómetros de Jaipur e podemos ir de taxi ou de rickshaw. Recomendamos negociar com o condutor um tour pelos três fortes (Amber, Jaigarh e Naharghar) , sendo que este deverá ser o primeiro a ser visitado.
Veja também outros artigos sobre coisas para fazer em Jaipur:
Segue-nos nas redes sociais
The post Nahargarh Fort appeared first on Backpackers Bay.
]]>O Sisodia Rani Garden, segundo os locais, teve origem no capricho de uma princesa do clã Udaipur que, como condição para se tornar na segunda esposas do Rei Sawai Jai Singh, exigiu a construção deste local exclusivamente para si.
O jardim faz parte do complexo do palácio da rainha que, deslocado do centro da cidade de Jaipur, fica localizado no trajeto para o Monkey Temple, estando rodeado por estruturas que serviam de habitação aos serventes da rainha.

À entrada, a sua bela fachada esconde uma vasta área de relvados, árvores, canais de água, pavilhões e murais. O palácio o patamar mais alto do jardim e conta com belos murais, que documentam a vida de Krishna.
Hoje em dia, para além de uma atração turística cada vez mais popular, é cada vez mais usado em festas de casamento e cerimónias do género. A melhor altura para visitá-lo será o período das chuvas, quando o verde da vegetação se torna ainda mais luxuriante.

A entrada no jardim já foi gratuita mas hoje custa 200 rupias, aproximadamente 2.2€.
O museu pode ser visitado entre 8 horas da manhã e as 5 horas da tarde.
O Jardim fica a 6 quilómetros de Jaipur, na Agara highway, a caminho de uma das entradas do Monkey Temple, pelo que não será descabido visitá-los um depois do outro.
Veja também outros artigos sobre coisas para fazer em Jaipur:
The post Sisodia Rani Garden de Jaipur appeared first on Backpackers Bay.
]]>O Ramnagar Fort está entre os locais mais visitados de Varanasi. Este palácio, construído em arenito no século XVIII, fica localizado na margem do rio Ganges e é, ainda hoje, a residência real onde reside o Maharaja, apesar desse título ter sido abolido. Apesar do seu estado de conservação deixar muito a desejar, continua a ser uma estrutura suficientemente interessante e bela para justificar uma visita.

O destaque deste local é, sem dúvida, a arquitectura, as paredes trabalhadas e o aspeto antigo e genuíno que tem. No entanto, o Ramnagar fort engloba ainda um jardim, templos, um relógio astronómico e um museu. Este último, Sarawati Bhawan, é pequeno e está muito mal cuidado mas, ainda assim, contém algumas peças de interesse. Armas e carros antigos, manuscritos e peças em marfim, estão entre as muitas coisas que podemos ver ali.
Já no que diz respeito à residência real, esta não faz parte das áreas abertas ao público, não podendo ser visitada. O que também podemos visitar, e que vale bem a pena, é o Ghat do palácio, um acesso ao rio Ganges usado exclusivamente pela do Maharaja.

Por fim, e para terminar, porque o melhor é mesmo ir e vêr pelos próprios olhos, recomendamos Lassi que é vendido num pequeno estabelecimento, que fica do lado esquerdo, quando saímos pela porta principal do forte.

Para entrar no templo temos de pagar 150 rupias, cerca de 1,7€.
O forte está aberto entre as 10 da manhã e as 5 da tarde.
O forte fica a apenas 2 km do Birla Temple, no pólo universitário, pelo que vale a pena visitar um depois do outro.
Leia mais artigos sobre Varanasi:
Veja também os guias para visitar Varanasi.
The post Ramnagar Fort, o Palácio Real de Varanasi appeared first on Backpackers Bay.
]]>O Kasbah de Télouet foi uma das boas supresas que tivemos na incursão que nos levou de Marraquexe ao deserto de Zagora, através da cordilheira do Atlas. Talvez tenha sido mesmo a melhor, tendo em conta que as expectativas não eram muito altas. Estávamos mais ansiosos por Ait-ben-haddou, Ouarzazate e pelo deserto de Zagora mas foi Télouet que mais nos fez sentir em Marrocos.

A 130 quilómetros de Marraquexe, foi a nossa primeira paragem. Télouet é uma vila muito pequena que prosperou graças à proxímidade de minas de sal e a uma localização geográfica previligiada. Assumiu-se como um importante entreposto comercial que ligava o deserto a Marraquexe.
Estas condições conferiram áquela povoação a capacidade necessária para construir o Kasbah de Télouet, que ainda hoje impressiona devido à sua imponência e pelo interior opulento, escondido atrás das suas grandes muralhas ocre.

O Kasbah de Télouet, também conhecido como palácio Glaoui, foi construido no século XIX por um lider berbere. Hoje, parcialmente em ruínas, ainda tem apelos mais do que suficientes para justificar uma paragem. Ali encontrámos um espaço sem turistas (estávamos na primeira semana de outubro), composto por muralhas, corredores, atrios, halls e salas ornamentadas com detalhes fantátiscos.
É um conjunto de recantos com uma luz incrível. Na entrada passamos por um pequeno arco e subimos umas escadas à nossa direita. Depois começamos a percorrer os longos corredores até chegarmos à sala princinpal, onde todos os pormenores parecem ter sido pensados.
Infelizmente apenas é possível visitar parte do complexo. Ainda assim, no primeiro piso conseguimos ter uma perspectiva mais abrangente do castelo e daquilo que existe ou existiu à sua volta.
Para entra paga-se um valor simbólico de 20 dirhams, cerca de 1,80€. As receitas coletadas pela familia Glaoui são as únicas verbas aplicadas no restauro e manutenção do castelo de Télouet.
O Kasbah de Télouet está aberto todos os dias entre as 8 da manhã e as 6 da tarde.
Se tivermos carro Télout fica a aproximadamente 130 kms de distância de Marraquexe pela nacional n.º9. É uma viagem que pode demorar até umas 4 horas. Mas também poderá ser mais rápida, dependendo do transito, das obras e do condutor.
Recomendamos, no entanto, que vão com margem. A estrada é muito perigosa, os outros condutores imprevisíveis, sendo conveniente fazer uma condução prudente.
De bus a viagem fica extremamente longa, cerca de 6 ou 7 horas.
Outra forma de visitar o Kasbah de Télouet é integrando este local num tour. Há varias opções de tours, que incluem outros locais, com Ait-Ben-Haddou, Ouarzazate e o deserto de Zagora.
No nosso caso, como eramos seis, contratámos uma carrinha com motorista que nos levasse por esse percurso. Foi uma vantagem porque pudémos definir o nosso roteiro e os nossos timmings.
Ainda por cima, acabou por ficar mais barato do que se fizessemos um tour normal, com mais gente e menos liberdade.
The post Kasbah de Télouet, um castelo no Alto Atlas appeared first on Backpackers Bay.
]]>O Forte Vermelho de Nova Deli é um dos símbolos das cidade e, com grande probabilidade, a sua principal atração turística. Construído no século XVII, na zona de Old Delhi, esta fortificação foi idealizada por Shan Jahan, que liderava o país nessa altura. Este, a quem também se deve a construção do Taj Mahal, idealizou e deu forma ao Forte Vermelho aquando da transferência da capital indiana de Agra para Nova Deli.

Este monumento, um complexo megalómano de muralhas, que se destaca pela sua imponência e pelo seu tom avermelhado que explica, também, o seu nome, é a expressão inequívoca dos esforços realizados no sentido de tornar Nova Deli a cidade real e um símbolo de riqueza e poder. Originalmente batizado de Qila-e-Mubarak, que significa forte abençoado, o complexo, considerado património mundial pela Unesco, tem uma área de 265 acres.
O seu interior, opulento, ostentava sinais de riqueza incríveis e contava com mais de uma dezena de palácios, jardins, tal como as áreas que normalmente existiam numa sede administrativa, como uma sala de audiências, etc..
Apesar do Red Fort manter a sua dimensão, que ainda hoje impressiona aqueles que o visitam, as riquezas que habitavam o seu interior na altura do sua construção não são as mesmas de outrora. Catástrofes naturais, como o terramoto de 1719, guerras e pilhagens foram delapidando o seu património ao longo dos anos.
Ainda assim, passando pela capital indiana, este é um dos pontos de passagem obrigatória. Até porque, estando localizado em Old Delhi, podemos aproveitar e, na mesma manhã ou tarde, explorar a parte velha da cidade e visitar a Jama Masjid, que está ali mesmo ao lado.
Para viajantes menos experientes, fazer um tour ou uma visita guiada, que inclua estas três atrações, poderá ser um opção acertada tendo em conta o caos que caracteriza Nova Deli. Se for essa a intenção, encontre aqui tour ou um guia.

Para que tiver tempo de sobra, existe ainda um show luz e som, com a duração de uma hora, que retrata a história de Nova Deli, do forte e do seu mentor. Este show tem uma versão em indiano e inglês com horários que variam ao longo do ano:

A entrada no Red Fort custa 500 rupias (cerca de 5.50€) para estrangeiros. Para entrar com máquina fotográfica pagam-se 25 rupias (cerca de 0.30€).
Para ver o Light and Sound show pagam-se 80 rupias (0.90€) ao fim-de-semana. Durante a semana é um pouco mais barato, custando 60 rupias (0.70€).
O forte está aberto das 9.30 da manhã até as 16.30.
Nota: Encontra-se encerrado à segunda-feira.
O forte está fica na rua Netaji Subhash Marg, Chandni Chowk, New Delhi, na cidade velha. A forma mais rápida de lá chegar, com menos possibilidades de imprevistos numa cidade caótica como é esta, será apanhar o metro. Podemos apanhar o metro, na linha amarela, para a estação Chandni Chowk ou a linha roxa para a estação Lal Quila. Se o nosso plano passa por visitar primeiro a Jama Masjid, podemos sair na estação Jama Masjid, da linha roxa ou e depois seguir a pé para o Forte Vermelho.
Segue-nos nas redes sociais
The post Forte Vermelho de Nova Deli appeared first on Backpackers Bay.
]]>O Ksar de Ait-Ben-Haddou foi o motivo da nossa segunda paragem entre Marraquexe e o deserto de Zagora. Cerca de duas horas depois de termos partido de Télouet, chegámos a esta vila fortificada (Ksar), um local eternizado nos filmes de Hollywood e em séries de culto.
A velha cidade, que se impõe numa das margens do rio Unila, foi o local escolhido para gravar as cenas de Yunkai na Guerra dos Tronos, do Príncipe da Persia, Múmia, Alexandre ou do galardoado Gladiador.
Quando lá chegamos, e nos aproximamos do rio, ainda do outro lado, a escolha parece óbvia. O cenário é deslumbrante. As muralhas e as casas, de argila e taipa, amontoam-se colina acima, guardando o ponto mais alto da vila.

No interior do Alcácer ou Ksar (povoação dentro de muralhas) vamos encontrar um emaranhado de ruelas que podemos explorar à vontade. O ambiente é seguro e descontraído, mas talvez demasiado turistico. E, como tal, existe bastante comércio com artesanato local para quem esteja desesperado por um souvenir.
Também é possível subir ao topo da colina que domina o horizonte, para apreciar o vale de um perspetiva mais abrangente. Ait-Ben-Haddou é, aliás, um local super cénico. É isso que o define e que faz com que uma visita valha a pena. Encontra-se muito bem preservado, tendo em conta os materiais em que foi construído, e o conjunto desses fatores justifica que o Ksar de Ait-Ben-Haddou seja considerado património mundial da UNESCO, deste de 1987.
A povoação, com origem apontada ao século VII, estava na rota entre Marraquexe e o deserto do Saara, tendo beneficiado desse facto para se desenvover. No entanto, a construção das muralhas que hoje podemos ver só terá acontecido 10 séculos depois.
Atualmente pouca familias a habitam, tendo a maior parte da população optado por viver no povoado novo, na outra margem do rio, com outras condições. No Ksar de Ait-Ben-Haddou não existe água canalizada ou eletricidade. É na vila nova que os autocarros para e que podemos aproveitar para almoçar.
Porém há um senão, ou dois, é caro e tem poucas opções. A meia dúzia de restaurantes que que existem ali são pensado para turistas, com preço e qualidade adequados à situação de não ter escolha. Podemos esperar pouco mais do que a tradicional tagine e o couscous. Levar algo preparado, como umas sandwichs, não será completamente descabido.
Podemos visitá-lo todos os dias, entre as 9 e as 17 horas.
Não é necessário pagar entrada para visitar o Ksar de Ait-Ben-Haddou. Se vos perdirem, desconfiem.
Podemos fazer este trajeto num carro alugado ou incluido num tour, que geralmente inclui Telouet, Oarzazate, Ait-Ben-Haddou e Zagora. Consulta aqui as várias opções.
Veja também os guias:
The post Ksar de Ait-Ben-Haddou | O Alcácer mais bem preservado de Marrocos appeared first on Backpackers Bay.
]]>Os túmulos Saadianos, em Marraquexe, representam um dos locais mais emblemáticos e populares da medina da cidade, considerada património mundial pela UNESCO. Este complexo, que se destaca pela sua ornamentação e detalhes arquitetónicos, foi pensado e concebido para se tornar o mausoléu real. No seu interior existem cerca de 6 dezenas de túmulos, onde repousam os membros da dinastia Saadiana que, entre os séculos XVI e XVII, controlou o país.

Votado ao esquecimento, os túmulos Saadianos foram redescoberto no século XX e sujeitos a obras de restauro que lhe devolveram o brilho original. Com 3 áreas distintas, tem como grande apelo os detalhes que adornam as suas paredes e colunas. Os túmulos em si, menos impressionantes, são de mármore italiano e estão dispersos no chão.
Para além disso, existe um jardim no exterior, onde estão sepultados servos e membros da elite guerreira, e pouco mais. Será uma atração recomendável apenas para aqueles que realmente apreciam detalhes e ver, na primeira pessoa, monumentos que simbolizam eras. Se temos pouco tempo na cidade, te mos dúvidas de que este local deva fazer parte da nossa lista de prioridades. Investir o nosso tempo a explorar a Medina, a praça Jemaa El Fna, ou o palácio El-Badi, terá, na nossa opinião pessoal, outro tipo de retorno.

O mausoléu pode ser visitados entre as 9h e as 16.45h, todos os dias da semana.
A entrada no complexo tem um custo de 10 Dirhams (R$4,20 / 1€).
Os túmulos ficam a apenas 400 metros do palácio palácio El Badi. A partir dali basta seguir pela rua Derb Demnat e, passados cerca de 200 metros, virar para Rue de La Kasbah.
A praça Jemaa El-Fna também não está muito longe. Cerca de 1 quilómetro, que demoramos aproximadamente 15 minutos a percorrer. Basta seguir pela Rue Moulay Ismaïl, caminhar cerca de 250 metros e virar à esquerda para a Avenue El Mouahidine. Depois de mais 60 metros, viramos à direita para a Rue Ibn Rochd e caminhamos por 500 metros até à rue de La Kasbah. Mais 50 metros e viramos à esquerda para encontrar o nosso destino 20 metros à frente.
Importante
The post Túmulos Saadianos em Marraquexe, o cemitério real appeared first on Backpackers Bay.
]]>O palácio da Bahia, construído no final do século XIX, pretendia-se como o mais espetacular da cidade. Mas, se isso é discutível, o que ninguém poderá negar é que se trata de uma das atrações mais populares da cidade de Marraquexe. Talvez demasiado.
O palácio da Bahia é um complexo de uma dimensão considerável, composto por vários compartimentos, pátios e um jardim. O que realmente merece destaque, são alguns detalhes que ornamentam o edifício. Mas, ainda assim, repetem-se a cada quarto, tornando a visita um bocado monótona e desinteressante. Para ajudar, os quartos encontram-se vazios, não oferecendo ao visitante mais do que as quatro paredes, algumas janelas, vitrais e portas, com os tais ornamentos que merecem destaque.
https://backpackers-bay.com/wp-content/uploads/2019/11/palácio-da-bahia-de-marraquexe-1024x687.jpg
O que também merece destaque, mas pela negativa, é quantidade de gente. Nós visitámos Marraquexe no inicio de outubro, quando supostamente encontraríamos menos turistas. A verdade é que o palácio da Bahia, como outros locais, estava completamente atolado de pessoas. Começou na longa fila para comprar bilhete e, lá dentro, foi um salve-se que puder. As pessoas faziam filas para tirar fotografias que não enquadrassem dezenas de cabeças.

No final de contas, achámos o preço excessivo e, quando percebemos que cada quarto era igual ao anterior, só queríamos sair dali rapidamente. Talvez se possa dizer que se escapa o jardim. Um local mais amplo e agradável, onde podemos respirar um pouco melhor.
Ficará ao critério de cada um visitá-lo ou não. Mas não poderíamos dizer que foi espetacular e que a visita é obrigatória, quando a cidade tem tanto para oferecer. Na nossa humilde opinião, o nosso tempo teria sido melhor empregue a explorar as ruas e os souks de Marraquexe, do que nas filas do Palácio da Bahia.
Podemos visitá-lo todos os dias, entre as 9 e as 17 horas.
Para conhecer o palácio da Bahia os bilhetes custam cerca de 6,5€. É um pouco exagerado, mas é o normal nas atrações de Marraquexe.
O palácio fica a cerca de dois quilómetros de praça Jemaa El-Fna, que demoramos entre 10 a 15 minutos a percorrer. Podemos seguir pela rua Ruad Zitoun El Kdim e, passados 600 metros, viramos à esquerda para a rua Bahia Bab Mellah. Andamos mais cerca de 300 metros e viramos à esquerda para Avenue Imam El Ghazali. Depois seguimos mais 100 metros e viramos à esquerda, mais 250 metros, novamente à esquerda e, andando logo à frente devemos encontrar o palácio.
Devemos aproveitar a proximidade e visitar a e o palácio El Badi, que fica a cerca de 1 quilómetro e os túmulos Saadianos, que estão logo depois, a cerca de 500 metros do primeiro.
Importante
Veja também os guias:
The post Palácio da Bahia, uma atração demasiado popular appeared first on Backpackers Bay.
]]>