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]]>A Karen long neck tribe, conhecida pelas mulheres de pescoço longo, é uma atração turística que ponderámos não abordar neste blog.

A visita a este local permite, com um pouco de imaginação, projetar o que seria o estilo de vida destas tribos das montanhas. Toda esta imaginação será necessária porque a exploração turística, que hoje se verifica, terá contaminado de forma drástica o estilo de vida destas pessoas. Olhando com atenção, é fácil de perceber que o permanece intacto e genuíno, na sua cultura, é o que permite atrair e rentabilizar a afluência de turistas que visitam cidades como Chiang Mai e Chiang Rai.
Podemos esperar uma vila “mercado”, absolutamente adaptada ao turismo. Ali os locais, especialmente a mulheres, a atracão maior daquela espécie de circo, figuram como que num zoo sem jaulas, para que nós, que alimentamos aquela industria com a nossa curiosidade, possamos tirar uma boa fotografia.
Nesta visita haverá sempre um dilema de perspectivas. Estaremos a explorar estas pessoas de forma indigna ou a contribuir positivamente para o desenvolvimento social e económico da sua região. Enfim, caberá a cada um a decisão de visitar ou não este local.
Independentemente da decisão, o que poderás esperar desta vila, situada na zona de Mae Hong Son, será, como referimos antes, uma vila com muitas bancas de artesanato, muito semelhante a um mercado.
No entanto, o grande destaque e o que motivou a grande afluência turística foi a tradição que envolve as mulheres. Desde cedo, estas vão acrescentando argolas de metal ao seu pescoço o que faz com que se torne extremamente longo. Aparentemente é isso que resta da sua vida ancestral, já o seu quotidiano resume-se, hoje, a tarefas relacionadas com o turismo.
O que talvez faça, realmente, valer a pena a deslocação de Chiang Mai até a uma Karen long neck tribe será a Chiang Dao Cave, uma gruta que se estende por quilómetros, com formações rochosas impressionantes. Lá, podemos encontrar e visitar várias galerias com imagens de Buda. De qualquer forma, recomendamos que contrates um guia para evitar riscos desnecessários, num ambiente pouco adequado a humanos.
Site oficial: Chiang Dao Cave
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]]>O Doi Inthanon National Park tem uma área de 480 km2 e, para lá da beleza natural, tem variadíssimos motivos de interesse, capazes de atrair uma quantidade enorme de visitantes todos os anos. A zona é habitada por várias tribos que mantêm, ainda hoje, estilos de vida ancestrais. E, no conjunto dos seus apelos, é sem dúvida um ponto de paragem obrigatório para que visita Chiang Mai.

Doi Inthanon é o pico mais alto da Tailândia, com 2565 metros de altitude, e é um paraíso natural, com vários trails, para aqueles que gostam de caminhadas e de explorar a natureza. Poderás explorar o parque com a ajuda de um mapa ou contratar um guia se sentires necessidade.
Perto do cume existem dois chedis com imagens esculpidas e pinturas murais, dedicadas à família real. A vista a partir daquele local é absolutamente deslumbrante, principalmente no dias de céu limpo que, infelizmente, não são tão frequentes como noutras zonas da Tailândia. Ali, devido à altitude, as temperaturas são consideravelmente mais baixas, pelo que recomendamos ir prevenido com roupa mais quente, especialmente se tivermos intenção de explorar o parque de mota.
A mota talvez seja mesmo a forma ideal de explorar o Doi Inthanon National Park, já que bem perto existem várias vilas que merecem uma vista. Khun Ya Noi ou uma Karen Village (Ban Mae Ab Nai) são locais podemos testemunhar um estilo de vida singular e cheio de cor. Se quisermos explorar o parque mais do que um dia, existem opções de alojamento como um parque campismo e chalés. As vilas mais próximas também são uma opção passar a noite.
A entrada no parque custa 300 bath, cerca de 8€, para adultos. Crianças entre os 3 e os 14 anos pagam 150 bath, aproximadamente 4€.
Podemos visitar o parque Doi Inthanon entre as 6 da manhã e as 6 da tarde.
Para ir de Chiang Mai para Doi Inthanon devemos seguir a estrada 108, em direção a Chomthong. Ao fim de 57 km virar à direita para a estrada 1009. Depois é só seguir esta estrada por mais 31 km e chegamos à entrada do parque. Este trajeto demora aproximadamente uma hora e meia.
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]]>O templo Wat Phra Singh, fundado no século XIV é um dos mais belos na cidade velha de Chiang Mai. Também conhecido como “ temple of the lion Buddha”, Wat Phra Singh está entre os templos mais visitados da cidade, quer por crentes, quer por turistas e curioso.
Neste complexo o destaque é, para além do edifício em si, uma bela imagem de Buda que podemos encontrar no Viharn Luang, os murais decorativos do Viharn Lai Kam, que retratam o estilo de vida que há séculos atrás caracterizava a região e, claro, o “Lion Buddha”, reflexo da influência dos estilos de Sukhothai e, ainda, da influência da cultura indiana.
No Complexo religioso de Wat Phra Singh, podemos também fazer uma visita à biblioteca Haw Trai, que se justifica pela sua estética arquitectónica do espaço e pela escrituras budistas que lá se encontram guardadas. Este santuário é um dos melhores testemunhos da arte e arquitetura Lanna na Tailândia e visitá-lo vale, sem dúvida, o tempo investido, pelo singularidade e beleza do local.
Site oficial: Wat Phra Singh.
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]]>Wat Phan Tao é um santuário fundado no século XIV, que se evidência pela sua estrutura em madeira e pelo seu aspeto antigo que tem. Conhecido como o templo dos “mil fornos”, apontam-no como o local onde as imagens de Buda, de Wat Chedi Luang, foram produzidas.
Neste complexo destaca-se o Viharn, que durante algum templo foi sala do trono de Chiang Mai. Para além disso, o Jardim, onde, com sorte e dependendo da altura, podes testemunhar algumas cerimónias ou decorações relacionadas com alguma data festiva. A imagem do local, à noite, iluminado por velas é algo memorável.

No entanto, Wat Pan Tao não faz parte dos templos mais populares da cidade Chiang Mai. Por isso, neste local, tão próximo de Wat Chedi Luang, não irás encontrar as multidões que caracterizam outros templos, tornando o ambiente mais tranquilo e genuíno. O jardim do complexo é local ideal para um momento de relaxamento, especialmente quando visitamos a cidade deChiang Mai na época alta.
Site Oficial: Wat Phan Tao.
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]]>Wat Umong é conhecido o templo da floresta de Chiang Mai. Com características muito particulares, este complexo, fundado do século XIII fica situado no sopé da montanha Doi Pui, vizinha de Doi Suthep, é o local único, pelo seu enquadramento e arquitetura.

Creditos: Stefan Fussan
Este santuário caracteriza-se essencialmente pela sua envolvência, estando as suas estruturas e ruínas dispersas pela floresta tropical que domina esta zona da Tailândia.
O complexo de Wat Umong possui um belo jardim, com várias imagens de Buda, e valoriza-se pela ausência das multidões de turistas comuns de noutros templos de Chiang Mai. Para além disso, o que também o torna singular no contexto dos templos tailandeses, são os túneis de meditação.

Créditos: Meijisaich Ana
Estes locais são destinados à introspeção e, vagueando pelos seus recantos, podemos contemplar um espaço de devoção muito singular. Tem várias imagens de buda espalhadas pelos seus corredores, em pontos destinados à adoração e meditação, o que torna a sua atmosfera muito tranquila e cativante. Tendo tudo isto em conta, devemos entrar descalços e manter o silêncio quando visitamos estes túneis.
Site oficial: Wat Umong
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]]>Wat Sri Suphan, conhecido com o templo de prata, foi fundado por volta do Século XVI e caracteriza-se por estar, quase integralmente, coberto por prata. Isto está relacionado com o facto de ter sido construído como o templo principal de uma vila de artesãos de prata.

A ornamentação deste templo é singular, tanto em Chiang Mai como na Tailândia, fazendo, sem dúvida, valer a pena a visita. Nas paredes podemos encontrar murais alusivos a lendas Budistas, onde é fácil perder algum tempo a imaginar o que elas representam.
Para além disso, podemos, ainda, participar na conversas dos monges sobre mediação, abertas ao público entre as 19 e as 21h. Aqui, qualquer pessoa pode colocar questões, podendo tornar-se uma experiência muito interessante.
Este tipo de contacto, com a cultura religiosa do país, nem sempre é promovida de forma tão aberta. Isto faz deste templo um local especial para aqueles que, nas suas viagens, procuram envolver-se com o lado mais genuíno do país que visitam.
Existem também vários ateliers onde podemos ver como os artesãos a trabalham a prata.
O grande senão deste templo, e a razão pela qual não sentimos que deva ser altamente recomendado, é o facto que, às mulheres, o acesso ao seu interior não é permitido.
Site Oficial: Wat Si Suphan
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]]>Os mercados de Chiang Mai são provavelmente os melhores para fazer compras na Tailândia.
Para além de serem vários, possuem uma grande oferta com preços mais acessíveis do que aqueles que encontramos por exemplo em Bangkok. Esse facto estará relacionado com a grande indústria de artesanato existente na região do Norte do país.

Neste artigo destacamos aqueles que nos parecem ser os melhores mercados da cidade, referindo as vantagens e desvantagens de cada um deles. São mercados onde poderemos encontrar de tudo um pouco, ideais para programa para final de tarde e noite, depois de um dia explorar os templos ou as montanhas de Chiang Mai.
Este mercado ao ar livre é, sem dúvida, um dos melhores de Chiang Mai. Repleto de artesanato, musica e comida, é colossal, percorrendo a rua Ratchadamnoen. É uma boa aposta para um final de tarde bem passado, onde podemos encontrar recordações e souvenirs ou, mesmo, fazer um boa refeição num dos muitos locais para comer existentes naquela zona.
Neste mercado, que se repete a cada sábado, podemos encontrar o mesmo tipo de oferta do mercado do sunday market, com grande variedade de artesanato e comida. Este mercado também é ao ar livre e a grande vantagem, comparativamente com o mercado de domingo, será a menor afluência turística, proporcionando um ambiente mais descontraído.
Warorot, um dos mais populares mercados de Chiang Mai, não partilha as características dos anteriores. O que o torna atraente é o facto de ser um local frequentado essencialmente por locais, um fragmento genuíno de uma Tailândia cada vez mais turística. É um paraíso de comida onde também há bancas de venda de roupa, nomeadamente nos pisos superiores do edifício. É, sem dúvida, um dos mercados de Chiang Mai que vale a pena visitar.
Este bazar é o mais popular entre os turistas, sendo a oferta muito direccionada para esse público. Se pensarmos fazer aqui as nossas compras é bom que estejamos prontos para negociar ou faremos péssimos negócios. Também, no Chiang Mai Night Bazar, há um oferta diversa no que toca a compras e a comida.
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]]>Wat Chedi Luang, contruído no século XIV, foi o templo onde esteve guardada a relíquia mais importante da Tailândia, o buda de esmeralda, antes de ter sido transferida para Bangkok. Este complexo é composto por um enorme chedi, com aproximadamente 40 metros de altura, que originalmente tinha uns impressionantes 80 metros que, no entanto, não sobreviveram a um grande terramoto que afetou a zona de Chiang Mai.

Ainda assim, continua a ser uma estrutura magnifica e imponente. As estátuas de serpentes que ladeiam as escadas, existentes em cada uma das faces do chedi, juntamente com as belas esculturas de elefantes, convergem com a dimensão templo para torná-lo um destaque, na cidade.
Neste complexo poderemos também ver o Intakin, o pilar da cidade. É a réplica do pilar que, segundo a lenda, foi oferecido pela deus Hindra aos habitantes daquela zona, ainda antes da fundação da cidade. Este elemento representa a proteção da cidade e o seu centro. Podemos ainda encontrar, no principal viharn do complexo, uma bela imagem de Buda que acresce valor a uma visita a este local.
A visita a este local é gratuita.
Podes visitar o templo entre as 6 da manhã e as 6 da tarde.
O complexo religioso de Wat Chedi Luang é relativamente fácil de encontrar devido à altura do chedi, que se destaca no horizonte da cidade velha de Chiang Mai. O templo fica localizado, mais precisamente, na rua Phra Pokklao Road.
Site oficial:Wat Chedi Luang
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]]>O trekking em Chiang Mai, foi a experiência mais marcante da nossa passagem pelo norte da Tailândia. Não sabíamos bem o que esperar dessa actividade, nem sequer estava na lista de coisas obrigatórias para ver ou fazer na nossa viagem.
Começou tudo, ainda no dia anterior, com um briefing. Conhecemos os nossos guias, que nos aconselharam levar um bom calçado de caminhada, lanterna, repelente, água e alguma comida.
Cada um pode colocar dúvidas e fazer as perguntas que entendeu e os receios da galera eram alguns, principalmente sobre bichos venenosos. No dia seguinte encontrá-mo-nos no local definido. Se tivermos receios em relação a uma aventura destas, o seguro de viagem da World Nomads, pensado para viagens de aventura e de mochilão, pode ajudar a relaxar.
O nosso grupo era composto por doze turistas e dois guias e todo o mundo estava muito motivado. Dali seguimos de minibus, uns no interior, outros no topo do carro. Na realidade, a aventura desse trekking em Chiang Mai começou bem antes de entrarmos na selva.

De qualquer forma, olhando para trás, e apesar de aparentemente não ter havido nenhum tipo de abuso sobre eles, hoje sabemos que, em regra geral, animais nessas actividades não são bem tratados.
Talvez não tenha sido correto alimentar essa industria mas, talvez, ocultar essa questão aqui seria ainda mais incorrecto. Hoje, em consciência, não aconselhamos ninguém a fazer um trekking em Chiang Mai, que inclua actividades com elefantes.
Assim, demos uma volta de elefante que, sinceramente, nos pareceu bem tratado. Infelizmente as bananas acabaram a meio do trajecto.
Foi então que o nosso amigo de 4 patas, descontente com a situação, decidiu usar a tromba para dar um espirro na rapariga holandesa, que seguia sentada no seu pescoço. Ela estava sentada à nossa frente e acabou por ser uma espécie de guarda chuva, pelo qual estaremos eternamente gratos.

Depois dessa aventura parámos num restaurante à beira da estrada. Almoçámos e, dois de nós, não estando nas melhores condições, aproveitámos o wc e tomámos um medicamento para prevenir qualquer processo biológico indesejado.
Continuando, já com a barriga cheia, lá seguimos para a segunda etapa, passando alguns arrozais ainda antes de entrar na selva. Ali chegados, e iniciando a caminhada num cenário luxuriante e cheio de vida, vimos tarântulas, “banana spiders”, cascatas e até provámos formigas, super ricas em vitamina C segundo o Lah, um dos nossos guias.
Já ao cair da noite, depois de horas a andar e a absorver tudo aquilo, chegámos ao local onde iríamos dormir. Não era sequer uma aldeia. Havia apenas uma pequena habitação com uma pequena cozinha, uma estrutura maior para os gringos dormirem e comerem. Depois, com grande destaque, uma casa de banho com loiça, um luxo num sitio onde quase tudo é construído com os materiais que a floresta oferece.


Depois disso, já de barriga cheia, juntá-mo-nos à volta do fogo, com violas, aguardente de arroz e muitas changs. A noite foi passada a cantar clássicos e musicas Tailandesas.
A intensidade da nossa cantoria subia na mesma medida que a água ardente descia. Pelo meio, e ainda antes de ir dormir, o nosso anfitrião desceu até um pequeno rio, mesmo ali ao lado, lançou a rede e apanhou uma dúzia de peixes que voaram directamente para a fogueira. Indescritível!

No dia seguinte, todos lavamos os dentes no rio, tomámos o pequeno almoço e começamos o caminho de regresso. Estávamos com o animo em alta, mas arrependidos por ter optado pelo tour de dois dias e uma noite, em vez de três dias e duas noites.
Quando chegámos à fronteira da floresta, tivemos ainda a oportunidade de fazer um rafting, numa jangada bamboo, ainda antes de terminar a nossa aventura.
Infelizmente não nos é possível recomendar a companhia ou local exacto do nosso trekking, pois perdemos a nota. Mas há imensas opções e trajectos e, independentemente da tua escolha, ninguém deve ir ao Norte da Tailândia sem fazer um trekking em Chiang Mai.
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